• IPCA 0,33% JANEIRO DE 2026
  • Selic 15% FEV 2026
Fonte:
FIIs

VGIP11 reduz resultado, mas mantém proventos de R$ 0,64

O fundo imobiliário VGIP11 reportou resultado de R$ 7,571 milhões em janeiro de 2026, abaixo dos R$ 8,042 milhões de dezembro. As receitas do mês somaram R$ 8,473 milhões, frente a despesas de R$ 902 mil, refletindo um cenário de geração operacional sólida, porém com leve retração no comparativo mensal. Com base nesse desempenho, a gestão distribuiu R$ 0,64 por cota em proventos, mantendo consistência na política de rendimentos.

A distribuição de janeiro equivale a uma rentabilidade líquida de IPCA + 6,6% ao ano, tomando como referência o valor patrimonial de dezembro de 2025. Esse indicador reforça a atratividade do VGIP11 para investidores que buscam proteção inflacionária e retorno real. Nos últimos 12 meses, os rendimentos do VGIP11 somaram R$ 11,23 por cota, resultando em retorno acumulado de IPCA + 8,7% ao ano, desempenho que supera a métrica do mês isolado e demonstra resiliência no ciclo.

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Além disso, o fundo encerrou janeiro com R$ 0,08 por cota em ganhos de IPCA não distribuídos. Esses valores serão pagos quando convertidos em resultado caixa, prática comum em estruturas indexadas que seguem a sazonalidade da inflação. O cálculo da rentabilidade utiliza a variação do IPCA com defasagem de dois meses (M-2), entre dezembro de 2024 e novembro de 2025, alinhado à metodologia predominante dos CRIs detidos.

Movimentações e carteira do fundo imobiliário

A carteira manteve-se 100% adimplente, segundo a gestão, refletindo monitoramento rigoroso e foco na qualidade dos créditos. Em janeiro, 97% do patrimônio líquido estava alocado em CRIs, distribuídos em 49 operações, somando R$ 1,032 bilhão investido, o que confere elevada pulverização e mitigação de risco setorial e de emissor.

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O mês trouxe ajustes relevantes: aquisições totalizaram R$ 82,1 milhões, com destaque para R$ 46,7 milhões no CRI Mabu 240S, R$ 23,5 milhões no CRI Matarazzo 545S, R$ 7,1 milhões no CRI Matarazzo 451S e R$ 4,7 milhões no CRI Projetos Residenciais SP 1S. Em paralelo, foram realizadas vendas de R$ 92,5 milhões, incluindo a alienação completa dos CRIs Tecnisa 397S e São Gonçalo 179E.

No fluxo de amortizações, o VGIP11 recebeu R$ 13,4 milhões, com liquidação integral de R$ 5,9 milhões do CRI Tecnisa 175S e amortização parcial de R$ 1,5 milhão do CRI CashMe 31E Sênior. O fundo encerrou janeiro com 84.239 cotistas e volume médio diário de R$ 2,3 milhões no secundário, reforçando liquidez e base de investidores.

Em síntese, o fundo imobiliário sustenta distribuição estável, carteira adimplente e gestão ativa, com rentabilidade atrelada ao IPCA e diversificação robusta.

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