Dividendos de dois fundos imobiliários serão creditados nesta quinta-feira (26) nas contas dos cotistas, com rendimentos isentos de IR para pessoas físicas que atendam às regras. O BROF11 pagará R$ 0,56 por cota, enquanto o CPSH11 distribuirá R$ 0,11 por cota, ambos referentes ao período de janeiro, com data com em 19 de fevereiro de 2026. Os FIIs são ativos de renda variável e podem oscilar no curto prazo, mesmo quando mantêm histórico consistente de distribuição.
A legislação determina que os fundos imobiliários distribuam, no mínimo, 95% do resultado apurado pelo regime de caixa semestralmente. Na prática, a maior parte dos fundos adota pagamentos mensais, oferecendo previsibilidade de fluxo para quem busca renda. Os rendimentos são creditados de forma automática na conta da corretora do investidor.
O BROF11 é um fundo de tijolo com foco em lajes corporativas, administrado pelo BTG Pactual. O dividend yield (DY) atual é de 0,89%, com DY de 12 meses em 10,54%. No acumulado de 2025, já foram distribuídos R$ 1,11 por cota. Esse desempenho reflete a estratégia do portfólio e a ocupação dos imóveis, embora esteja sujeito a variações de mercado.
O CPSH11 é um fundo misto, também administrado pelo BTG Pactual, que combina ativos para buscar equilíbrio entre renda e risco. O DY atual é de 1,03%, com DY de 12 meses em 11,99%, e, no ano, os dividendos somam R$ 0,22 por cota. Assim como outros FIIs, o fundo pode ter distribuição variável conforme a geração de caixa dos ativos.
Ambos os fundos têm data com em 19 de fevereiro de 2026, e os pagamentos ocorrem nesta quinta-feira. Para pessoas físicas, os rendimentos são isentos de Imposto de Renda, desde que atendidos os requisitos legais. Ainda assim, é importante lembrar que os preços das cotas podem oscilar, impactando o retorno total do investimento.
Analistas da SUNO Research sugerem que o investidor priorize o planejamento financeiro, poupe antes de investir e evite endividamento. Essas práticas ajudam a sustentar aportes consistentes em renda variável e a lidar melhor com períodos de maior volatilidade, preservando a estratégia de longo prazo.
Ao avaliar pagamentos recorrentes, o investidor deve acompanhar vacância, contratos de locação e custo de dívida. Palavras-chave secundárias como BROF11 e CPSH11 ilustram casos com métricas de DY atrativas no momento, mas a análise deve considerar riscos e a diversificação da carteira.