O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (4) aos 3.890,89 pontos, em alta de 0,2%, o que representa um avanço de 7,76 pontos sobre o fechamento anterior. O desempenho confirma o viés positivo recente do índice de fundos imobiliários, que segue próximo de suas máximas do ano, sustentado por fluxo consistente e apetite por renda passiva.
Ao longo da sessão, o índice oscilou entre a mínima de 3.883,12 pontos e a máxima de 3.896,15 pontos. A abertura ocorreu em 3.883,12 pontos, refletindo um início moderado, seguido por recuperação gradual conforme o mercado precificou dados e movimentos setoriais.
Nos últimos 12 meses, o IFIX apresenta mínima de 3.118,34 pontos e máxima de 3.912,96 pontos, evidenciando uma trajetória de recuperação. A proximidade do patamar de topo indica resiliência dos FIIs, mesmo diante de volatilidade pontual e ajustes de expectativa para juros e inflação.
Destaques e desempenho do pregão
Entre as principais altas do dia, a AIEC11 (Autonomy Edifícios Corporativos) avançou 2,47%, com variação de R$ 1,47, para R$ 61,00. O movimento refletiu melhora de percepção para lajes corporativas de alto padrão, além de ajustes técnicos após quedas anteriores. Em paralelo, PSEC11 (Pátria Securities FII) recuou 0,62%, a R$ 62,60, em movimento pontual de realização.
O JSRE11 (JSRE Real Estate Multigestão) liderou os ganhos com valorização de 2,95% (R$ 1,94), encerrando a R$ 67,79. O desempenho foi impulsionado por expectativas de distribuição estável e maior giro entre investidores institucionais, colocando o fundo entre os destaques do dia no universo de multimercados imobiliários.
Na ponta negativa, RZAT11 (Riza Arctium Real Estate) apresentou a maior queda, com recuo de 1,11% (R$ 1,02), fechando a R$ 91,20. Já o MCCI11 (Mauá Capital Recebíveis Imobiliários) caiu 0,62% (R$ 0,60), terminando a R$ 95,60, em linha com ajustes em carteiras de crédito imobiliário. O saldo do pregão, contudo, permaneceu favorável, com o IFIX sustentando ganhos moderados ao final da sessão.