Seis dividendos hoje movimentam o mercado de FIIs, com destaque para GCRI11 e RINV11. Pela legislação, os fundos imobiliários devem repassar no mínimo 95% do resultado semestral, e a maioria adota calendário mensal. Para pessoas físicas, os proventos são isentos de Imposto de Renda, desde que cumpridos os requisitos legais. A seguir, veja quem paga nesta quinta e o que observar.
GCRI11 distribui R$ 0,85 por cota, com dividend yield de 1,25% no mês e 15,78% em 12 meses. Trata-se de um fundo de papel administrado pelo BTG Pactual desde dezembro de 2020, que já somou R$ 2,50 em 2026. O crédito ocorre automaticamente na conta da corretora do investidor.
RINV11 paga R$ 1,10 por cota, com DY de 1,01% mensal e 12,87% anual. É um fundo misto sob administração do BTG Pactual e acumula R$ 3,55 no ano. O histórico consistente de proventos reforça o apelo para quem busca renda periódica.
RZZI11 distribui R$ 5,60 por cota, com DY de 2,32% em 12 meses. Também administrado pelo BTG Pactual, o fundo misto já pagou R$ 18,38 no ano. Entre os vetores de retorno estão alocações diversificadas e gestão ativa do portfólio.
RZZV11 anuncia R$ 7,22 por cota, com rendimento anual de 8,34%. O veículo, igualmente administrado pelo BTG Pactual, soma R$ 21,66 no período. A estratégia tem priorizado eficiência operacional e reciclagem de ativos quando há oportunidade.
TOPP11 distribui R$ 0,84 por cota, com DY mensal de 1,13% e anual de 14,77%. É um fundo de tijolo com foco em imóveis comerciais, sob o BTG Pactual, e já pagou R$ 2,52 no ano. Contratos atípicos e ocupação resiliente sustentam os proventos.
ZAGH11 paga R$ 0,04 por cota, com DY de 0,47% no mês e 8,05% no ano. O FII do segmento financeiro é administrado pela SOCOPA e distribuiu R$ 0,12 no acumulado anual. A diversificação setorial pode mitigar riscos específicos.
Como todo ativo de fundos imobiliários, FIIs são de renda variável e estão sujeitos a oscilações de preço e de rendimento. Antes de investir, avalie risco, liquidez, qualidade dos contratos e governança.