O MANA11 concluiu com êxito o investimento no empreendimento residencial Grand Pulse Jundiaí, no interior de São Paulo, com performance muito acima do planejado. A operação, integrante do programa Minha Casa Minha Vida, surpreendeu positivamente ao acelerar a recuperação do capital investido e ampliar o retorno para os cotistas. Com VGV estimado em R$ 231 milhões, o fundo aportou R$ 15 milhões em equity preferencial, estruturando a tese para capturar ganhos com velocidade de vendas e avanço das fases.
Inicialmente, a projeção indicava TIR de 22,5% ao ano para o ciclo iniciado em maio de 2025. No entanto, a comercialização mais ágil e a antecipação de lançamentos alteraram o cronograma de retorno. Esse descolamento em relação ao cenário-base resultou em recuperação de capital e lucro já em abril de 2026, encurtando o período da operação.
A Manatí Capital reportou que a TIR efetiva atingiu 58,6% ao ano, equivalente a 453% do CDI no intervalo. O desempenho reforça a capacidade do MANA11 de originar, estruturar e executar operações com perfil assimétrico de risco-retorno, priorizando ativos com demanda comprovada e liquidez operacional.
Resultados dessa natureza tendem a apoiar a distribuição de rendimentos. O ganho apurado corresponde a R$ 0,159 por cota, sujeito ao regulamento do fundo e à legislação aplicável. Para investidores, a previsibilidade de caixa é um diferencial, especialmente em ciclos de crédito seletivo e maior exigência por entregas consistentes.
Projetos do Minha Casa Minha Vida seguem atrativos pelo volume de vendas e pulverização de risco, o que favorece o funding via FIIs e estruturas de crédito. O Grand Pulse Jundiaí se enquadra no segmento econômico, sustentado por demanda de ticket menor e financiamento acessível, fatores que sustentam tração comercial em diferentes cenários macro.
Jundiaí, polo imobiliário do interior paulista, consolida-se pelo acesso à capital, infraestrutura logística e base industrial diversificada. O mercado local registra expansão em residenciais, condomínios logísticos e empreendimentos industriais, criando um ambiente propício para originação qualificada e giro mais rápido de estoques.
Por fim, o comunicado foi divulgado em 18 de maio, assinado pela Manatí Capital Management e pelo Banco Daycoval, administrador do fundo. O case reforça o posicionamento do MANA11 em operações estruturadas que convertam pipeline em resultado e distribuição recorrente.