O fundos imobiliários BTLG11 foi o destaque das recomendações para junho de 2026, liderando entre as principais casas de análise ao aparecer em cinco das nove carteiras avaliadas. Santander, XP, Itaú BBA, BTG Pactual, Genial Investimentos, Banco do Brasil e EQI Research publicaram suas atualizações mensais, apontando uma preferência por fundos de tijolo e, em especial, pelo segmento logístico.
A XP incluiu o BTLG11 com peso de 4,5% em sua carteira recomendada, enquanto o Itaú BBA destinou 7,5% do portfólio ao mesmo ativo. No BTG Pactual, o fundo ganhou ainda mais espaço, com ampliação da participação para 13,0%, reforçando a confiança no perfil defensivo e na geração de renda do veículo.
A Genial Investimentos alocou 10,0% de sua Carteira Valor no fundo logístico, e a EQI Research também dedicou 10,0% em sua seleção para o mês. O movimento sincronizado entre diferentes instituições indica leitura favorável sobre risco-retorno e perspectivas operacionais do BTLG11 no curto e médio prazos.
BTLG11 concentra operação em São Paulo
O fundos imobiliários BTLG11 mantém estratégia voltada à geração de renda e ganho de capital por meio de ativos logísticos de alta qualidade. A carteira soma 34 imóveis e totaliza 1,4 milhão de metros quadrados de área bruta locável, com relevante capilaridade e contratos que sustentam previsibilidade de receita.
Cerca de 92% do portfólio está alocado em São Paulo, principal mercado logístico do país, o que sustenta taxa de ocupação competitiva e liquidez locatícia. O fundo segue em processo de reavaliação patrimonial de seus ativos, com resultados esperados para a competência de junho, evento que pode recalibrar o valor patrimonial por cota e a percepção de prêmio ou desconto.
Na segunda colocação, seis FIIs mais recomendados dividiram espaço: BRCO11, KNCR11, PVBI11, TRXF11, VILG11 e XPML11, cada um presente em quatro carteiras. As listas reforçam preferência por tijolo — notadamente logístico, shopping centers e lajes corporativas — enquanto Fundos imobiliários de recebíveis e estratégias híbridas também ganharam relevância, compondo diversificação tática frente ao cenário de juros e vacância.