O fundo imobiliário BTLG11 (BTLG11) apurou resultado de R$ 55,521 milhões em junho, alta de 24% ante os R$ 44,75 milhões do mês anterior. O resultado imobiliário somou R$ 61,854 milhões.
As receitas totalizaram R$ 36,265 milhões. O NOI, resultado operacional líquido dos imóveis, foi de R$ 34,683 milhões, indicador que mede a performance operacional antes de despesas financeiras e impostos.
Em julho de 2026, o fundo distribuiu R$ 0,81 por cota. Com base no preço de fechamento de junho, o pagamento correspondeu a um dividend yield anualizado de 9,5%. A gestão atribuiu o ganho do caixa aos recursos da 16ª emissão, mantidos aplicados até a alocação em novos ativos.
Reavaliação do portfólio do BTLG11
A reavaliação anual dos imóveis, concluída em julho, elevou o valor dos ativos de R$ 5,15 bilhões para R$ 5,44 bilhões, avanço de 5,72%. O patrimônio líquido atingiu R$ 7,43 bilhões, ou R$ 107,04 por cota.
A atualização refletiu evolução operacional e comercial, com baixa vacância e crescimento das receitas. O BTLG Navegantes valorizou 26,2% após a segunda revisional, que reajustou o aluguel em 31%.
No BTLG Cajamar I, o contrato foi renovado por dez anos, com aumento de aproximadamente 20% no aluguel, ampliando a previsibilidade de receitas. Em sentido oposto, o BTLG Embu recuou 5%, impactado pela vacância de 32% após a saída de um inquilino relevante.
16ª emissão do BTLG11 e alocação
Em julho, a 16ª emissão captou R$ 1,81 bilhão, com cerca de 17,6 milhões de novas cotas. A demanda superou o montante inicialmente previsto, de R$ 1,6 bilhão.
A gestão informou foco na alocação, com pipeline de operações em diligência e negociação. Até as aquisições, os recursos permanecem em renda fixa, beneficiando-se do cenário de juros elevados e preservando flexibilidade para concluir transações.
O portfólio do fundo soma 34 imóveis, com aproximadamente 1,4 milhão de m² de ABL.