Os cotistas do fundo imobiliário RECR11 (RECR11) receberão R$ 1,0987 por cota em 14 de agosto de 2026. Terá direito ao pagamento quem mantiver cotas ao fim do pregão de 7 de agosto de 2026, data de corte informada pelo fundo.
O valor supera o distribuído no mês anterior, de R$ 1,0759 por cota. Com base no preço de R$ 80,00 no fechamento de julho, os dividendos do RECR11 representam um dividend yield de cerca de 1,37% (rendimento sobre o preço da cota).
Os proventos se referem ao resultado de julho. Segundo o comunicado, os rendimentos do RECR11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que atendam às condições previstas na legislação dos FIIs.
Movimentações de julho do RECR11
Em julho, o fundo adquiriu novas cotas da segunda série do CRI Matarazzo Retail, em operação de aproximadamente R$ 23,35 milhões. No mesmo período, promoveu giro na carteira com alienações em dez operações de crédito.
Foram vendidos CRIs das operações Villagio Jardins, FIT VIC, Pulverizado Lançamentos Residenciais, Ativos Residenciais Diversificados, FIT Realiza, Matarazzo Suítes 4, MRV, VGRI Mezanino, VIC 5 e Vicorp.
O fundo também realizou uma operação compromissada de R$ 31,04 milhões: amortizou a existente e contratou nova compromissada reversa pelo mesmo montante. O objetivo foi alongar compromissos financeiros, sem alterar a posição de caixa.
Ao fim de julho, cerca de 91% dos ativos estavam em CRIs, 3% em FIIs e 3% em imóveis. O restante incluía cotas de fundos com liquidez diária e outros ativos. A carteira de crédito reunia 93 operações de CRIs.
A exposição permanecia majoritariamente atrelada ao IPCA, incluindo estruturas sem repasse de variações negativas. No risco, 73% da carteira era corporativa e 27% pulverizada. Por setor: incorporação (32%), loteamentos (17%), hotéis (14%) e investimentos imobiliários (13%).
O portfólio seguia diversificado por garantias em 14 estados, com maior concentração em São Paulo. Os CRIs eram de nove securitizadoras, com Opea, Habitasec, Riza e Província entre as principais exposições.