Os dividendos do RZAK11 foram confirmados em R$ 1,05 por cota, referentes a agosto de 2026, com pagamento marcado para 22 de setembro.
Terão direito ao recebimento os investidores posicionados no encerramento do pregão de 15 de setembro, data de corte informada pela gestão. O crédito será automático aos cotistas elegíveis.
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Com base na cotação de R$ 78,90 no fechamento de agosto, o valor anunciado corresponde a um dividend yield aproximado de 1,33% no mês. Os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que atendidos os requisitos previstos na legislação vigente.
Relatório gerencial mais recente aponta julho de 2026 como base. Naquele mês, houve poucas alterações no portfólio, com destaque para a inclusão de um CRI da Moura Dubeux. O papel tem risco corporativo da companhia, lastro em antecipação de recebíveis condominiais e remuneração de CDI (taxa interbancária) + 1,10% ao ano. A gestão sinalizou novas operações em estruturação para possível entrada na carteira.
Ao fim de julho, o fundo registrava 99,07% do patrimônio líquido alocado, sem uso de alavancagem por compromissadas reversas.
Os CRIs (títulos de crédito lastreados em recebíveis imobiliários) representavam 77% da carteira, e fundos imobiliários, 23%. Entre os indexadores, o IPCA respondia por 49,87% do portfólio, seguido de CDI, com 36,37%, INCC, com 11,37%, e prefixados, com 1,97%.
Por tese de investimento, as maiores exposições estavam em financiamento de projetos, com 35,57%, e carteira estática, com 27,84%.