O fundo imobiliário PVBI11 (PVBI11) pagará R$ 0,37 por cota em 7 de outubro de 2026, com base nos resultados de setembro. Os dividendos do PVBI11 serão destinados a investidores posicionados no encerramento do pregão de 30 de setembro.
A distribuição corresponde a um dividend yield mensal aproximado de 0,56%, considerando a cotação-base de R$ 65,92. Como o direito foi definido pela posição em 30 de setembro, cotas adquiridas a partir do pregão seguinte não participam deste pagamento.
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Para pessoas físicas, os rendimentos foram informados como isentos de Imposto de Renda, desde que atendidos os requisitos previstos na legislação de fundos imobiliários.
Absorção e portfólio após os dividendos do PVBI11
No relatório de agosto, o FII reportou sete edifícios na região metropolitana de São Paulo, somando 83,3 mil m² de área bruta locável (ABL) e 54 locatários.
Três contratos assinados em julho elevaram a ocupação. No Vera Cruz, o Banco BOCOM BBM locou 1.801 m², zerando a vacância nas lajes do fundo. O escritório FCDG assumiu 1.475 m² no Cidade Jardim e a MGI Investimentos contratou 337 m² no FL4440.
No mesmo período, a Mombak rescindiu o contrato no VOC. Considerando entradas e saída, a absorção líquida — saldo entre áreas locadas e devolvidas — foi de 3.235 m².
Composição e indexadores nos dividendos do PVBI11
Os imóveis AAA representavam 81% da carteira e os AA, 19%. Todos os contratos eram típicos (padrão de locação). Quanto a indexadores, 84% estavam atrelados ao IPCA e 16% ao IGP-M.
Instituições financeiras respondiam por 31% dos locatários e o setor de saúde, por 30%. A modernização do The One, iniciada em junho, abrangia lobby, recepção, iluminação, paisagismo e halls dos elevadores, com conclusão prevista até o fim de outubro.
Ao fim de agosto, o PVBI11 não apresentava alavancagem, endividamento financeiro ou obrigações de aquisição.