Os cotistas do fundo imobiliário (CPTS11) receberão R$ 0,09 por cota, com pagamento em 22 de outubro de 2026, referente aos resultados de setembro. O corte ocorreu em 15 de outubro de 2026; quem comprou a partir de 16 de outubro não participa desta distribuição. Sobre o preço de R$ 7,53 no fim de setembro, o valor indica um dividend yield mensal de 1,20%.
Para pessoas físicas, os rendimentos são isentos de Imposto de Renda, conforme as regras vigentes. O montante por investidor depende da posição na data-base. Um titular de 1.000 cotas receberá R$ 90,00. Este crédito será efetuado em 22 de outubro.
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Movimentação da carteira de crédito
Em agosto de 2026, as operações com recebíveis somaram R$ 139,4 milhões. As vendas totalizaram R$ 79,2 milhões, com a maior parte em CRIs ligados ao Assaí (R$ 79,1 milhões). As compras alcançaram R$ 60,2 milhões, a uma taxa média de IPCA + 8,36% ao ano. A maior alocação foi de cerca de R$ 58 milhões em títulos da segunda fase do Extrema Business Park. Ao final do mês, a carteira reunia 13 CRIs e participações em 87 FIIs.
Composição dos investimentos
As cotas de outros FIIs representavam 69,6% da carteira ao fim de agosto; os recebíveis, 22,4%; operações de carrego, 6,9%; e liquidez, 1,1%. No carrego, o fundo mantém cotas de FIIs para outros veículos, com remuneração de CDI + 1% ao ano. Entre os FIIs, 83,3% eram de tijolo e 16,7% de papel. Por setor, shopping centers respondiam por 23,6%, renda urbana por 16,8%, FOFs por 14,4% e lajes corporativas por 14,4%. As maiores posições incluíam CPOP11 (8,4%), VXXV11 (7,0%), GSFI11 (6,3%), CPOF11 (6,2%) e CPUR11 (5,9%).
Qualidade dos CRIs
A carteira de crédito mantinha 13 operações, todas atreladas ao IPCA, com perfil high grade, garantias imobiliárias e sem inadimplência reportada. A duration média ponderada era de 4,6 anos e o LTV médio, de 66,89%. As operações compromissadas equivaliam a 21,6% do patrimônio líquido, a CDI + 0,79% ao ano.