O RZTR11 encerrou novembro com resultado de R$ 19,742 milhões, ligeiramente acima dos R$ 19,439 milhões de outubro. A performance foi sustentada por receita total de R$ 21,791 milhões e despesas de R$ 2,048 milhões, preservando a margem operacional e a capacidade de distribuição. No mês, o fundo pagou R$ 1,00 por cota, refletindo um dividend yield de 1,03%.
Na bolsa, a cota avançou de R$ 92,75 para R$ 96,66, movimento que, somado aos proventos, levou o retorno bruto total a 4,22% no período. Esse resultado está alinhado com a proposta do fundo imobiliário RZTR11 de gerar valor no longo prazo por meio de operações estruturadas no agronegócio.
A atuação do fundo combina aquisição, arrendamento e venda de propriedades rurais, com três frentes de alocação: Sale & Leaseback, Buy to Lease e Land Equity. A carteira é concentrada no Brasil, com foco em regiões consolidadas na produção de grãos e fibras, o que contribui para a resiliência operacional.
A gestão revisou a alocação-alvo para refletir a composição atual dos ativos, reforçando o direcionamento estratégico. Entre as frentes, a gestora aponta maior atratividade na tese de Land Equity, citando assimetrias relevantes e potencial de retorno acima do benchmark. Essa leitura tem norteado a alocação recente.
No período, o FII RZTR11 concluiu a venda da Fazenda Clarão da Lua – Grupo 4, conforme fato relevante de novembro, somando-se à alienação previamente realizada do Grupo 3. As duas transações devem gerar impacto positivo estimado de R$ 1,98 por cota, a ser reconhecido gradualmente de acordo com o cronograma de recebimentos.
No acompanhamento agrícola, áreas no médio-norte de Mato Grosso finalizaram o plantio. As lavouras evoluem de germinação a enchimento de grãos, com condições variando conforme manejo e distribuição de chuvas. A combinação de resultados financeiros, monetização de ativos e andamento operacional reforça a tese do RZTR11 para a geração de valor sustentada.