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FIIs

IFIX sobe 0,47% e encosta na máxima de 52 semanas

IFIX sobe 0,47% e encosta na máxima de 52 semanas
IFIX fecha sexta-feira em alta e acumula ganho de 0,51% na semana - Foto: Pixabay

O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou a sessão de sexta-feira (30) em alta de 0,47%, aos 3.860,99 pontos, avançando 17,97 pontos na comparação com o pregão anterior. O movimento reforça o viés positivo que vem sendo observado nas últimas sessões, com investidores acompanhando o desempenho dos principais fundos listados e o ambiente macro que sustenta o apetite por renda passiva.

Na leitura semanal, o IFIX acumulou valorização de 0,51%, saindo de 3.841,53 para 3.860,99 pontos, o que representa ganho de 19,46 pontos no período. Apesar da alta, o índice não renovou o recorde histórico de fechamento, mas se manteve muito próximo da máxima de 52 semanas, que segue cravada em 3.864,38 pontos. Esse comportamento sugere continuidade da tendência de curto prazo, com suporte em volume moderado.

O desempenho recente mantém o índice dentro da faixa observada nos últimos pregões, apontando estabilidade com leve inclinação positiva para o mercado de fundos imobiliários. A combinação de inflação controlada e perspectiva de manutenção do ciclo de juros favorece a precificação dos ativos lastreados em tijolo e papel, enquanto a rotação entre setores sustenta a liquidez.

Entre os destaques da sessão, o KIVO11 liderou as altas ao subir 3,70%, fechando a R$ 69,49, impulsionado por fluxo comprador e percepção de atratividade no portfólio. Logo atrás, o CYCR11 avançou 3,34%, encerrando a R$ 9,29, apoiado por ajuste técnico e melhora no sentimento para créditos estruturados.

Do lado negativo, o TGAR11 recuou 2,82%, terminando a R$ 78,25, refletindo realização de lucros após recentes ganhos e maior seletividade dos investidores. O BCRI11 caiu 2,13%, a R$ 69,00, acompanhando a oscilação dos ativos de crédito e ajustes nas curvas de risco.

Em termos de leitura tática, a proximidade da máxima anual indica possível zona de resistência, mas a sustentação do índice sugere que novos catalisadores — como distribuições de rendimentos, relatórios gerenciais e sinalizações de política monetária — podem definir a direção no curto prazo. Para o investidor que acompanha o IFIX, a atenção segue voltada à qualidade dos portfólios, à duration dos contratos e à resiliência do fluxo de caixa.

Com o mercado monitorando dados macro e eventos corporativos, a diversificação entre segmentos e a análise criteriosa de riscos continuam essenciais. A evolução do IFIX nessa faixa de preço reforça a busca por equilíbrio entre retorno e segurança em carteiras de renda variável atreladas a imóveis.

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