O fundo imobiliário BTCI11 encerrou junho com lucro líquido de R$ 9,249 milhões. As receitas somaram R$ 10,249 milhões e as despesas, R$ 1,000 milhão no período.
O fundo distribuiu R$ 0,105 por cota, com pagamento em 14 de julho de 2026. Considerando a cota de mercado de R$ 9,12 no fechamento, o rendimento implica Dividend Yield mensal de 1,15% e anualizado de 13,82%.
Os dividendos de FIIs são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que atendidas as condições previstas na legislação.
Resultado do fundo imobiliário BTCI11
O patrimônio líquido fechou junho em R$ 1,00 bilhão, com cota patrimonial de R$ 10,10. O valor de mercado foi de R$ 907,6 milhões, equivalente a R$ 9,12 por cota, resultando em P/VP de 0,90x (relação entre preço e valor patrimonial).
A base de cotistas alcançou 211.601 investidores, com entrada líquida de 2.729 no mês. O volume médio diário negociado (ADTV) foi de R$ 5,04 milhões.
Composição da carteira do BTCI11
Ao fim de junho, 97,5% do patrimônio estava alocado em 31 operações, todas adimplentes. Por classe, os CRIs representam 84% da carteira e os FIIs, 16%.
A carteira está majoritariamente indexada ao IPCA (96%), com CDI em 3% e outros indexadores em 1%. O spread médio a valor de mercado (MTM) é de IPCA + 10,38% ao ano.
A principal movimentação do mês foi a aquisição, no mercado primário, do CRI Cury por R$ 59,4 milhões, à taxa de IPCA + 8,64% ao ano. O papel está vinculado ao desenvolvimento do empreendimento residencial MCMV na Mooca, em São Paulo, e elevou a fatia do segmento residencial para 35,5% do patrimônio.
Por segmento, a carteira está distribuída em Residencial (35,5%), Logístico (33,7%), Shoppings (11,6%), Renda Urbana (8,0%), Corporativo (5,8%) e Outros (5,4%). Pela duration, 56% têm prazo acima de 5 anos, 24% entre 3 e 4 anos, 11% entre 2 e 3 anos e 10% até 2 anos.