Os fundos imobiliários CPTS11 e MCCI11 estão entre os cinco FIIs que pagam rendimentos nesta terça-feira (20), mantendo o apelo de previsibilidade da classe. O CPTS11 distribui dividendos de R$ 0,09 por cota, enquanto o MCCI11 credita R$ 1,00 por cota aos investidores. As datas‑com para ambos foram 13/01/2026, com referência ao mês de dezembro, alinhando o fluxo mensal que o mercado já espera desses veículos.
Pela regra brasileira, os FIIs devem distribuir 95% do resultado semestral, mas, na prática, a maior parte dos gestores opta pelo pagamento mensal. Isso favorece quem busca renda recorrente e organização de fluxo de caixa, além de reforçar a atratividade dos fundos listados.
Outro diferencial segue no tratamento tributário: os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que cumpridos os requisitos legais. Essa isenção amplia o retorno líquido e ajuda a explicar a popularidade dos FIIs na carteira de investidores de longo prazo.
CPTS11 reportou DY de 1,15% no mês e 13,18% em 12 meses. Classificado como Fundo de Papel e administrado pelo BTG Pactual desde 2014, soma R$ 0,09 no ano. Para quem acompanha carteiras de crédito, é um termômetro de indexadores e prêmios do segmento.
MCCI11, também de papel e administrado pelo BTG Pactual desde 2019, paga R$ 1,00 por cota, com DY de 1,10% no mês e 12,56% em 12 meses. O acumulado anual é de R$ 1,00, reforçando a consistência do portfólio focado em títulos.
Entre os demais, o PQDP11, de tijolo com foco em shoppings, distribui R$ 17,60 por cota (data‑com 30/12/2025), com DY de 0,76% no mês e 10,01% em 12 meses. Já o VGIP11 paga R$ 0,71 por cota (data‑com 13/01/2026), com DY de 0,88% no mês e 14,10% em 12 meses; o fundo foi constituído em março de 2020.
Por fim, o VGIR11 credita R$ 0,13 por cota (data‑com 13/01/2026), com DY de 1,33% no mês e 15,28% em 12 meses, ativo desde julho de 2018. Para os investidores, os dividendos são creditados automaticamente na corretora, sem necessidade de solicitação, simplificando o recebimento.