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FIIs

FATN11 compra edifício em SP e planeja retrofit completo

O fundo imobiliário FATN11 confirmou a aquisição de um edifício comercial em São Paulo, incluindo o terreno. O ativo tem 4.135 m² de área bruta locável, distribuídos em 14 pavimentos-tipo mais o térreo, o que amplia a capacidade de ocupação e a flexibilidade para diversos perfis de inquilinos. A estratégia do fundo prevê modernização completa do imóvel para elevar padrão, eficiência e atratividade no mercado corporativo da capital paulista.

Como parte do plano, o FATN11 realizará um amplo retrofit, além de fit-out nas unidades, para adequar o empreendimento às diretrizes do portfólio. A entrega será no modelo plug and play, permitindo instalação ágil de múltiplos usuários. Os contratos de obras, equipamentos e serviços de locação já foram assinados, garantindo previsibilidade de prazos e custos no cronograma de execução.

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O cronograma indica início imediato dos trabalhos, com avanço faseado em paralelo à ocupação gradual das unidades. A estimativa é de aproximadamente oito meses até a conclusão das etapas principais, priorizando eficiência energética, padronização de acabamentos e redução do tempo de vacância. Esse escalonamento busca acelerar a geração de caixa e mitigar riscos de atraso.

Sob a ótica financeira, o pagamento será estruturado em três modalidades: recursos em caixa, entrega de cotas e cessão de direitos de construção do potencial construtivo do terreno. A parcela em dinheiro soma R$ 22,537 milhões, com 20,6% já pagos como sinal, e o saldo previsto para 30 de abril de 2026, corrigido a 100% da variação da taxa DI. A parte em cotas totaliza R$ 8,537 milhões, com pagamentos parcelados a partir de março de 2026.

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Após o retrofit e ocupação plena, a gestão projeta receita de locação aproximada de R$ 662 mil por mês, alinhada ao retorno dos demais ativos do portfólio. Entre as metas, estão a diluição de riscos, a diversificação de inquilinos e o aumento da previsibilidade de receitas. A tese se baseia em modernização, localização e padrão técnico como vetores de valorização.

Durante as obras, o fundo afirma não esperar impacto relevante nos dividendos mensais por cota, em razão do planejamento financeiro e das alavancas de caixa previstas. Com isso, o fundo imobiliário busca preservar a distribuição enquanto captura o potencial de renda adicional ao final do ciclo de requalificação, reforçando a consistência da estratégia.

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