O fundo imobiliário HGRU11 (HGRU11) convocou seus cotistas para uma nova consulta formal, vinculada a assembleia que deliberará sobre a 7ª emissão de cotas.
A proposta prevê oferta pública primária de até R$ 1,1 bilhão em valor inicial, sem considerar o custo unitário de distribuição. A colocação será destinada exclusivamente a investidores profissionais, sob regime de melhores esforços (sem garantia de colocação integral), com direito de preferência aos cotistas.
Como funcionará a 7ª emissão do HGRU11
A estrutura admite lote adicional, a critério do administrador, do gestor e do coordenador líder, com valor máximo definido antes do protocolo na CVM. Há possibilidade de distribuição parcial, com montante mínimo de R$ 1 milhão. Se o piso não for atingido, a oferta será cancelada e os valores integralizados serão devolvidos com rendimentos.
O preço de emissão por cota corresponderá ao valor patrimonial apurado no último dia útil do mês anterior ao anúncio de início. Incidirá custo unitário de distribuição de até 2,90% sobre esse valor, formando o preço de aquisição. O investimento mínimo será de 10 cotas por investidor, exceto para quem exercer o direito de preferência. Os recursos serão usados na aquisição de ativos alinhados à política do fundo, no cumprimento de obrigações e na formação de caixa. As cotas serão de série única.
Como os cotistas do HGRU11 podem votar
A deliberação será aprovada pela maioria dos cotistas que responderem à consulta, excluídas participações conflitadas ou sem direito a voto. Podem votar cotistas inscritos na data da convocação, seus representantes legais ou procuradores.
O voto poderá ser registrado pela Área do Investidor da B3, pela Central de Inteligência Corporativa da B3, pela plataforma Cuore ou por e-mail à administradora. Área do Investidor e Cuore recebem votos a partir de 23 de julho de 2026. O prazo de recebimento é 5 de agosto de 2026, às 23h59, e o resultado sai até 6 de agosto de 2026, às 23h59. Documentos estão disponíveis nos sites do gestor e do administrador.