O HSML11 encerrou dezembro de 2025 com taxa de ocupação consolidada de 97,4%, o maior patamar desde o início das operações do HSI Malls FII. O número considera todo o portfólio de shopping centers do fundo, inclusive contratos em fase de assinatura, e reflete a melhora disseminada entre os ativos ao longo do mês. A performance reforça a trajetória de recuperação e eficiência operacional vista no ano.
No Shopping Metrô Tucuruvi, a ocupação avançou de 91,8% em novembro para 94,9% em dezembro, impulsionada por cerca de 1.000 m² em novas locações. Entre os contratos, destacam-se a Homu (610 m²), a 1A99 (540 m²) e a expansão da Americanas (701 m²), somando 1.851 m² no piso L1. Esse movimento sustenta a atratividade do ativo e a capacidade de captura de demanda relevante no varejo físico.
O portfólio registrou NOI de R$ 158,18 por m² em dezembro, alta de 19% na comparação anual. No acumulado de 2025, o crescimento foi de 7% frente a 2024, equivalente a 3% real. A melhora operacional refletiu a recuperação da inadimplência, além do avanço das receitas de estacionamento, mall & mídia e comerciais, com impacto direto na rentabilidade.
A inadimplência líquida fechou dezembro em -3,5%, revertendo o quadro anterior e contribuindo para margens mais saudáveis. Os descontos aos lojistas permaneceram em 0,5% do faturamento, enquanto o custo de ocupação ficou em 8,6%, abaixo da média setorial, reforçando a resiliência dos ativos e a disciplina de gestão do portfólio.
Vendas recuaram 1% no comparativo anual de dezembro, com ticket médio de R$ 2.221,19 por m², mas no ano avançaram 5% sobre 2024, representando 1% real. Por ativo, Via Verde Shopping liderou com alta de 64% no NOI anual; SuperShopping Osasco subiu 39%; Shopping Uberaba, 26%; e Pátio Cianê, 31%, evidenciando desempenho heterogêneo, porém positivo.
Com presença em oito shopping centers distribuídos por cinco estados e ABL própria de 187,6 mil m², o HSML11 consolida seu posicionamento no segmento, sustentado por ocupação elevada, NOI em expansão e gestão ativa do portfólio. A combinação de menores descontos, custo de ocupação controlado e melhora de receitas complementares aponta para continuidade da eficiência operacional.