O IFIX encerrou a quinta-feira (26) em alta de 0,21%, aos 3.885,14 pontos, somando 8,18 pontos ao fechamento anterior e consolidando mais uma sessão de ganho. O avanço manteve o viés positivo observado ao longo do dia, refletindo o apetite por renda imobiliária no ambiente de juros em trajetória de ajuste.
Na variação intradiária, o índice de fundos imobiliários oscilou entre 3.876,96 pontos na mínima e 3.885,68 pontos na máxima. No pico do pregão, o IFIX igualou a máxima de 52 semanas, reforçando a percepção de resiliência do segmento de FIIs diante das condições de mercado.
O índice segue negociado muito próximo do teto do intervalo anual, que vai de 3.106,26 pontos (mínima) a 3.885,68 pontos (máxima). Esse posicionamento técnico sugere que movimentos pontuais de fluxo podem definir novas referências de preço caso a pressão compradora persista.
IFIX testa topo anual e FIIs se destacam no pregão
Entre os destaques do dia, o HSAF11 (HSI Ativos Financeiros) liderou as altas, com valorização de 2,81%, fechando a R$ 83,47. Na sequência, o SPXS11 (SPX SYN Multiestratégia) subiu 2,20%, terminando a sessão cotado a R$ 8,84. Esses desempenhos reforçam o interesse por estratégias diversificadas dentro do universo de fundos listados.
Do lado negativo, o BTAL11 (BTG Pactual Agro Logística) recuou 0,96%, encerrando a R$ 90,08, enquanto o CCME11 (Canuma Capital Multiestratégia) caiu 0,76%, fechando a R$ 9,18. As quedas pontuais não foram suficientes para reverter o viés construtivo do mercado ao longo do dia.
Para os investidores, a proximidade do IFIX com a máxima anual chama atenção para possíveis realizações de curto prazo, mas também para a continuidade do fluxo em busca de renda passiva e diversificação. O comportamento do índice seguirá sensível a expectativas de política monetária e à performance operacional dos principais fundos.
No balanço, o IFIX confirma a tendência de firmeza ao encostar novamente no topo de 52 semanas, com liquidez distribuída e fôlego nos principais componentes do índice.