O IFIX encerrou a sexta-feira (6) aos 3.896,62 pontos, em alta de 0,27% frente ao fechamento anterior de 3.886,14. O avanço de 10,48 pontos ocorreu em um pregão de leve viés positivo, acompanhando a melhora do apetite por risco no mercado local. Na abertura, o índice marcou 3.886,16 pontos e rapidamente testou novas máximas intradiárias, consolidando o movimento ao longo da sessão.
Ao longo do dia, o índice de fundos imobiliários variou entre a mínima de 3.886,16 e a máxima de 3.899,96 pontos, indicando um intervalo estreito e liquidez estável. O comportamento refletiu movimentos seletivos entre os principais fundos, com destaque para papéis de crédito imobiliário e tijolo logístico, que puxaram o desempenho agregado.
Na comparação semanal, o IFIX acumulou ganho de 27,69 pontos, saindo de 3.868,93 para 3.896,62, o que representa avanço de 0,72%. Esse resultado semanal reforça a trajetória de recuperação recente, sustentada por expectativas de manutenção da renda distribuída e um ambiente de juros em reavaliação pelos agentes.
RBRR11 (RBR Rendimento High Grade) liderou as altas, com valorização de 2,79%, fechando a R$ 87,17. KNIP11 (Kinea Índice de Preços) veio na sequência, com alta de 1,91% e cotas a R$ 91,55. Esses desempenhos positivos sugerem fluxo comprador em fundos com carteira de crédito indexada à inflação e qualidade de crédito elevada.
No campo negativo, VILG11 (Vinci Logística) recuou 2,92%, terminando o pregão a R$ 100,33. Entre as quedas, URPR11 (Urca Prime Renda) caiu 1,59%, fechando a R$ 37,13. As movimentações refletem ajustes pontuais e realização após recentes valorizações setoriais.
Em síntese, o IFIX manteve viés construtivo no curto prazo, amparado por ganhos seletivos e estabilidade intradiária. Para a próxima semana, investidores monitoram a dinâmica de dividendos, indicadores de inflação e possíveis impactos no prêmio de risco dos fundos imobiliários.