• IPCA 0,33% DEZEMBRO 2025
  • Selic 15% FEV 2026
Fonte:
FIIs

Com mudanças na carteira, PCIP11 registra avanço no resultado

Com mudanças na carteira, PCIP11 registra avanço no resultado
IFIX sobe 0,1% e volta aos 3.856,94 pontos; TGAR11 lidera - Foto: Pixabay

O fundo imobiliário PCIP11 encerrou dezembro com resultado de R$ 15,615 milhões, acima dos R$ 14,475 milhões de novembro, impulsionado por receitas de R$ 26,306 milhões e despesas controladas em R$ 1,074 milhão. Esse desempenho reforça a consistência operacional do portfólio e sustenta a atratividade da distribuição de rendimentos ao cotista.

Com base nesse resultado, a distribuição de dividendos do PCIP11 somou R$ 14,97 milhões, o que corresponde a R$ 0,88 por cota. Além disso, a diferença entre o lucro distribuível e o valor efetivamente pago elevou a reserva acumulada para R$ 0,33 por cota, oferecendo colchão para eventuais oscilações futuras de caixa.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

A alocação do patrimônio líquido chegou a 96,3% no fim do mês, majoritariamente em ativos de crédito. Do total, 88,4% estavam alocados em CRIs e operações estruturadas, com retorno médio de 16% ao ano ou IPCA + 10,3%, reforçando a exposição a inflação e a taxas atrativas de crédito privado.

O prazo médio da carteira ficou em 3,4 anos, com spread médio de 2,1% ao ano. A gestão informou que não mantinha posições em operações compromissadas no período, preservando foco em instrumentos de crédito imobiliário com lastro e garantias. Papéis prefixados representavam 2% do total, a uma taxa média de 14% ao ano.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/DT-PS-HOME-DE-ARTIGOS-1420x240-ID_01_x1.jpg

A carteira abarcava 109 CRIs e quatro operações estruturadas. Cerca de 89% dos ativos estavam atrelados ao IPCA, com remuneração de IPCA + 10,3% ao ano. Outros 7% eram indexados ao CDI, com retorno de CDI + 5,2%, enquanto 2,8% seguiam o IGP-M, rendendo IGP-M + 9,31%. Essa diversificação reduz riscos de indexadores e suaviza a volatilidade.

Durante o mês, a gestão promoveu reciclagem ativa do portfólio, encerrando posições no CRI Iguatemi Fortaleza Mezanino, CRI Cais e FII São Benedito. Em contrapartida, incrementou R$ 5,8 milhões no CRI Visconde, alocou R$ 17,4 milhões no CRI Carrefour (prefixado a 14% ao ano) e R$ 25 milhões no CRI Mateus TRX (IPCA + 8,8%).

A redução de R$ 12 milhões na posição do CRI Mateus TRX gerou ganho de R$ 0,075 por cota, enquanto a saída do FII GAME11, de R$ 9,7 milhões, trouxe impacto negativo de R$ 0,068 por cota. No agregado, a estratégia do PCIP11 buscou otimizar risco-retorno e sustentar a política de proventos do fundo.

Quer construir uma carteira de Fiis alinhada com os seus objetivos? Clique aqui e fale agora mesmo com um especialista.

Leia também