O PSEC11 anunciou a distribuição de R$ 0,65 por cota referente aos resultados de março, com pagamento marcado para 16 de abril de 2026 aos investidores posicionados até 9 de abril. Considerando o preço de fechamento de março (R$ 61,90), o rendimento corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 1,05%. Este é o quinto mês consecutivo em que o fundo mantém esse patamar de distribuição, reforçando a consistência de sua política de proventos.
Com uma abordagem ativa, o fundo imobiliário PSEC11 prioriza investimentos em cotas de outros FIIs, complementando com instrumentos como CRIs, FIDCs, FIPs, FIAs, LCIs, letras hipotecárias e letras imobiliárias garantidas, todos alinhados ao ecossistema imobiliário. Essa flexibilidade busca equilíbrio entre geração de renda e gestão de risco.
Em fevereiro, o fundo intensificou a rotação da carteira, reduzindo a exposição a FIIs considerados não estratégicos e ampliando a alocação em CRIs. A meta é elevar o carrego e suavizar a volatilidade dos rendimentos mensais, favorecendo previsibilidade ao cotista. Essa diretriz vem sendo aplicada de forma gradual e disciplinada.
A carteira de CRIs fechou o mês com 31 operações, somando R$ 205,1 milhões, o que representa 14,7% do patrimônio líquido. Por indexador, a distribuição ficou em CDI (47%), IPCA (40%) e pré-fixado (12%), compondo uma combinação que busca diversificação de risco de taxas e prazos. As novas alocações têm sido feitas com spreads entre 300 e 400 pontos-base acima dos referenciais.
As taxas médias de aquisição reportadas foram de IPCA + 10,5% ao ano, CDI + 2,8% ao ano e 14,0% ao ano nas operações prefixadas. Esses níveis indicam foco em remuneração real atrativa e proteção contra cenários de inflação e Selic em trajetória de ajuste.
A estratégia do PSEC11 contempla a simplificação do portfólio, com menor peso de FIIs não estratégicos e maior participação de CRIs, alinhando rentabilidade e menor volatilidade. Para o cotista, o desenho atual tende a sustentar a distribuição de proventos e fortalecer a previsibilidade da renda no médio prazo, mantendo o compromisso com disciplina e eficiência na alocação.