O fundo imobiliário RBVA11 confirmou a distribuição de R$ 0,09 por cota em dividendos referentes ao resultado de fevereiro de 2026, mantendo a sequência de pagamentos recorrentes. Terão direito ao recebimento os cotistas posicionados até o encerramento do pregão de 27 de fevereiro, com pagamento previsto para 13 de março. O comunicado reforça a previsibilidade do fluxo ao investidor, em linha com a estratégia do veículo.
Pelo 16º mês consecutivo, o RBVA11 mantém o patamar de R$ 0,09 por cota, adotado desde dezembro de 2024. Com base na cotação de fechamento de fevereiro (R$ 9,93), o provento representa retorno mensal aproximado de 0,91%. Os rendimentos do RBVA11 seguem isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme a legislação aplicável aos FIIs.
A gestão já havia sinalizado, para o primeiro semestre de 2026, resultado recorrente estimado ao redor de R$ 0,076 por cota, sugerindo manutenção da distribuição próxima a R$ 0,09 no curto prazo. Esse intervalo considera performance operacional, condições de mercado e calendário de receitas e despesas do portfólio.
Cabe destacar que as estimativas de dividendos têm caráter indicativo e dependem do cenário vigente. Não configuram promessa de rentabilidade futura, podendo ser revistas diante de eventos extraordinários, revisões contratuais ou mudanças macroeconômicas que impactem a geração de caixa do fundo.
A estratégia do fundo imobiliário prioriza renda recorrente no longo prazo por meio da locação de ativos voltados ao varejo, com gestão ativa e portfólio diversificado. Contratos estruturados e mecanismos de proteção buscam reduzir vacância e volatilidade, sustentando previsibilidade de receitas.
Aquisições recentes reforçam essa diretriz. O RBVA11 celebrou Instrumento Particular de Compromisso de Compra e Venda para potencial aquisição de dois imóveis no contexto da 6ª emissão de cotas. O valor total da operação é de R$ 86,4 milhões, com cap rate médio de 12,3% ao ano, fortalecendo a geração de renda do portfólio.
Os ativos alvo estão localizados no Rio de Janeiro (RJ), locado à Estácio, e em São Paulo (SP), locado à PBKids, ambos com contratos atípicos. A conclusão depende do cumprimento de condições precedentes, incluindo diligências jurídicas, técnicas e ambientais, além das aprovações internas cabíveis.