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FIIs

TEPP11 sobe lucro em dezembro e mantém yield de 10,80%

O fundo imobiliário TEPP11 encerrou dezembro com lucro de R$ 3,345 milhões, avanço de 16% frente a novembro (R$ 2,874 milhões). A melhora do resultado veio acompanhada de estabilidade na distribuição, com R$ 0,075 por cota, o que representa dividend yield anualizado de 10,80% considerando o preço de fechamento de R$ 8,74 por cota. A combinação de resultado crescente e renda constante reforça a percepção de resiliência do portfólio.

O ativo ganhou tração no mercado ao passar a integrar as carteiras recomendadas de Santander e BTG, além de manter presença na lista da XP. Essa visibilidade adicional tende a ampliar a base de investidores e a liquidez secundária, elementos relevantes para um FII focado em lajes corporativas. A inclusão em múltiplas recomendações também sustenta o case de recuperação operacional.

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A gestão informou que o fundo possui caixa e fluxo projetado suficientes para honrar compromissos até setembro de 2027, sem necessidade de novas emissões ou desinvestimentos. Esse horizonte de conforto financeiro reduz risco de diluição e favorece planejamento estratégico de médio prazo. Em paralelo, avalia-se uma captação futura com foco em crescimento patrimonial, condicionada a janela de mercado mais favorável.

Parte dos imóveis já se encontra em estágio maduro, o que abre espaço para vendas seletivas em momentos oportunos. Essa possibilidade pode reciclar capital e capturar ganho de valor, preservando a geração de renda. O potencial de rotação de ativos se soma à estratégia de ocupação ativa para sustentar resultados.

Vacância retorna ao portfólio após 28 meses consecutivos de ocupação plena: com a entrada do Top Center, a taxa subiu a 5,7% da ABL. No Edifício Torre Sul, a AT&T renovou contrato, porém reduziu a área para meia laje (542 m²), criando vacância pontual. A administração iniciou tratativas com players e brokers para acelerar a absorção dos espaços, e recebeu proposta para o primeiro andar do Top Center, considerado o pavimento mais desafiador.

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No Edifício Fujitsu, houve locação de um andar (691 m²) para novo inquilino quase simultânea à rescisão parcial da própria Fujitsu, mitigando perda de receita. Na composição atual, Torre Sul responde por 24% da receita, GPA e BFL por 22% cada, Passarelli por 15%, Fujitsu por 11% e Top Center por 6%, refletindo diversificação por ativos e locatários.

Com projeções robustas de caixa, foco em ocupação e possíveis alienações estratégicas, o TEPP11 busca preservar renda e capturar valorização, mantendo disciplina financeira e seletividade na expansão.

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