O fundo imobiliário VGHF11 encerrou dezembro com resultado de R$ 11,589 milhões, abaixo dos R$ 12,947 milhões de novembro. As receitas somaram R$ 13,215 milhões no mês, enquanto as despesas atingiram R$ 1,625 milhão, refletindo um ambiente ainda positivo para a carteira, apesar da desaceleração pontual do resultado. Com isso, os dividendos do VGHF11 foram de R$ 11,53 milhões, equivalentes a R$ 0,07 por cota, pagos em 8 de janeiro de 2026.
Em termos de rentabilidade, a distribuição de rendimentos do VGHF11 em dezembro correspondeu a retorno líquido anualizado de IPCA + 8,7%, calculado sobre a cota patrimonial de novembro de 2025. No acumulado de 2025, o fundo entregou R$ 1,02 por cota em proventos, desempenho equivalente a 12,7% ao ano, ou IPCA + 7,6% ao ano, considerando a cota patrimonial como referência.
A cota patrimonial avançou R$ 0,18 em 2025, com alta de R$ 0,12 em dezembro, acompanhando a valorização da carteira de FIIs e o movimento do IFIX, que subiu 3,14% no mês. Combinando evolução patrimonial e proventos, o retorno total do fundo imobiliário VGHF11 em dezembro equivaleu a 27,7% ao ano sobre a cota patrimonial.
Desempenho e alocação do VGHF11
O VGHF11 finalizou dezembro de 2025 com 104,4% do patrimônio líquido aplicado em ativos-alvo, distribuídos em 139 posições que somavam R$ 1,492 bilhão investidos. O FII VGHF11 mantinha R$ 51,8 milhões (3,6% do PL) em operações de venda e recompra futura de CRIs, a um custo médio de CDI + 0,84% ao ano, reforçando a gestão ativa de liquidez e de oportunidades táticas.
A carteira VALOR registrou compras líquidas de R$ 15,3 milhões no mês, abrangendo ações e cotas de FIIs, com destaque para a aquisição do GARE11. A participação dessa estratégia alcançou 48,9% dos ativos-alvo, praticamente estável ante os 48,8% de novembro, preservando o equilíbrio entre diversificação e geração de ganhos de capital.
A carteira RENDA concentrou o maior volume de aportes, com compras líquidas de R$ 28,7 milhões em CRIs e em cotas subordinadas do Valora CRI Pré FII. O fundo-alvo tem duração de cinco anos, exposição integral a CRIs e busca retorno alavancado em uma carteira conhecida, aprimorando a relação risco-retorno para o VGHF11 e sustentando o potencial de geração de caixa futuro.