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VGHF11 mantém R$ 0,07 por cota e paga em 6 de março

VGHF11 mantém R$ 0,07 por cota e paga em 6 de março
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário VGHF11 anunciou a distribuição de R$ 0,07 por cota em dividendos referentes ao resultado de fevereiro de 2026, mantendo a mesma faixa de pagamento pelo quinto mês consecutivo. O provento será pago em 6 de março de 2026 aos investidores com posição até 27 de fevereiro. Considerando a cotação de fechamento de R$ 7,24 no mês, o rendimento mensal equivale a aproximadamente 0,97%.

Em termos de desempenho patrimonial, o VGHF11 registrou avanço de R$ 0,07 na cota patrimonial em janeiro. O movimento acompanhou a valorização da carteira de fundos imobiliários alinhada ao IFIX, que subiu 2,25% no período. Essa dinâmica reforça a resiliência do portfólio em meio ao cenário de mercado.

Somando a variação patrimonial aos dividendos distribuídos, o VGHF11 entregou retorno total anualizado de 21,7% sobre a cota patrimonial no mês. O dado oferece uma fotografia do potencial de geração de resultado do fundo quando combinados ganhos de capital e fluxo de rendimentos.

Estruturalmente, o fundo encerrou janeiro de 2026 com 385.437 cotistas e liquidez média diária de R$ 3,1 milhões, números que sustentam a negociação ativa das cotas. O portfólio estava com 103,7% do patrimônio líquido alocado em ativos-alvo, distribuídos em 135 posições e totalizando R$ 1,485 bilhão investidos, refletindo diversificação e alocação próxima do limite.

O VGHF11 mantinha R$ 51,6 milhões em operações compromissadas reversas lastreadas em CRIs, com custo médio de CDI + 0,84% ao ano, equivalentes a 3,6% do patrimônio líquido. Na carteira VALOR, houve compras líquidas de R$ 46,3 milhões, elevando sua participação para 52,9% dos ativos-alvo. Já a carteira RENDA realizou vendas líquidas de R$ 61,3 milhões em CRIs, incluindo alienações integrais dos CRIs Matarazzo 545S e Mabu 402S, reduzindo sua fatia para 47,1%.

Para o investidor, a manutenção dos dividendos em R$ 0,07 por cota sinaliza estabilidade no curto prazo, enquanto a rotação entre carteiras VALOR e RENDA indica ajustes táticos diante das condições de mercado. O pagamento em março, atrelado ao corte em 27 de fevereiro, oferece previsibilidade ao fluxo de caixa dos cotistas e reforça o papel do VGHF11 como veículo de geração de renda no universo de fundos imobiliários.

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