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FIIs

FIIs pagam hoje: GGRC11 e PATL11 lideram os destaques

FIIs pagam hoje: GGRC11 e PATL11 lideram os destaques
Fundo AZIN11. Foto: Suno/Banco

Sete fundos imobiliários anunciam rendimentos nesta segunda-feira (11), com destaque para GGRC11, a R$ 0,10 por cota, e PATL11, a R$ 0,57 por cota. Pela legislação, os FIIs devem distribuir no mínimo 95% do resultado semestral no regime de caixa, prática que, na maioria dos casos, ocorre mensalmente. Apenas investidores posicionados na data de corte recebem os proventos, creditados automaticamente na corretora.

Entre os pagadores do dia, o AIEC11 distribui R$ 0,34 por cota (DY de 0,56% e 12 meses em 6,64%). É um fundo de tijolo com foco em lajes corporativas. Já o FIIB11 paga R$ 3,00 por cota, com DY de 0,65% e anual de 8,99%, concentrado em imóveis industriais e logísticos, segmento que tende a apresentar contratos de longo prazo e revisões por índices inflacionários.

No mesmo eixo setorial, o GGRC11 oferece R$ 0,10 por cota (DY de 0,97% e 12 meses em 11,69%). O PATL11, por sua vez, distribui R$ 0,57 por cota (DY de 0,88% e 12 meses em 10,93%), reforçando a relevância dos ativos industriais e logísticos. Para investidores, esses patamares de DY ajudam a comparar o fluxo de caixa entre alternativas de renda variável.

O PATC11 paga R$ 0,05 por cota (DY de 0,13% e anual de 1,85%). Trata-se de um fundo misto voltado a desenvolvimento, categoria sujeita a maior variabilidade de resultados até a maturação dos projetos. Já o SMRE11, focado em incorporações, oferece R$ 1,03 por cota (DY de 1,62% e anual de 19,18%), evidenciando retornos mais elevados, porém com risco operacional superior.

Entre os segmentos de consumo, o VSHO11 paga R$ 0,70 por cota (DY de 0,93% e 12 meses em 11,19%), com foco em shopping centers. Esse nicho costuma refletir sazonalidade de vendas e renegociações de aluguéis, impactando a previsibilidade dos proventos ao longo do ano.

Para pessoas físicas, os rendimentos são isentos de Imposto de Renda, desde que os fundos atendam aos requisitos legais vigentes. Vale lembrar que os FIIs são ativos de renda variável: as cotas podem oscilar e os pagamentos dependem do desempenho operacional e da ocupação dos imóveis.

A exigência de distribuir 95% do resultado em caixa por semestre sustenta a atratividade dos proventos, embora não elimine riscos. Fatores como vacância, revisões contratuais e ciclo imobiliário influenciam a geração de caixa. Assim, antes de investir em fundos imobiliários, avalie carteira, duração dos contratos e qualidade dos locatários para equilibrar risco e retorno no longo prazo.

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