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BRCR11 mantém R$ 0,41 por cota e yield de 0,87% em abril

BRCR11 mantém R$ 0,41 por cota e yield de 0,87% em abril
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário dividendos do BRCR11 confirmou a distribuição de R$ 0,41 por cota, mantendo o mesmo patamar observado desde junho de 2025. A política de estabilidade de rendimentos reforça a previsibilidade do fluxo de caixa para o cotista, mesmo em um ciclo de mercado ainda desafiador para escritórios. Com isso, o investidor segue contando com um pagamento alinhado ao desempenho operacional recente do portfólio.

A data-base para recebimento dos rendimentos do BRCR11 foi 8 de maio de 2026. Quem detinha cotas até o fim do pregão nessa data terá direito ao provento. O pagamento ocorrerá em 15 de maio de 2026, referente à competência de abril, mantendo o cronograma tradicional do fundo e facilitando o planejamento de caixa do investidor recorrente.

Com base na cotação de fechamento de abril, em R$ 47,28, o dividendo corresponde a um Dividend Yield mensal aproximado de 0,87%. Em termos anualizados simples, o retorno sugere patamar competitivo dentro do segmento de lajes corporativas, sobretudo quando comparado a pares com perfil de risco semelhante. Esse indicador, porém, depende da manutenção do valor distribuído e das cotações futuras.

O fundo imobiliário BRCR11 foi constituído em junho de 2007 e figura entre os maiores FIIs listados no mercado brasileiro. Focado em escritórios de alto padrão em grandes centros, busca gerar renda por meio de contratos atípicos e típicos com empresas de grande porte. A gestão adota abordagem ativa, combinando renegociações, modernizações e reciclagem do portfólio para sustentar a distribuição.

Desse modo, 93% da receita contratada do FII BRCR11 provém de imóveis classe AAA, 5% de ativos classe A e 2% de classe B, reforçando o posicionamento premium. Regionalmente, o portfólio é concentrado em São Paulo (59% da receita), com ativos como Diamond Tower, Eldorado Business Tower, EZ Towers e Sucupira, e no Rio de Janeiro (41%), com CEO Office, Montreal, MV9, Senado e Torre Almirante.

A vacância financeira em março de 2026 foi de 8,8% sobre a receita potencial do fundo BRCR11, enquanto a vacância física atingiu 11,1% da ABL. No período, houve nova locação na Torre Almirante, somando 1.246 m² ocupados pelo escritório Siqueira Castro, apoiando a redução gradual de espaços vagos e a estabilidade de caixa.

Entre os principais locatários estão Petrobras (18%), Samsung (8%), Amil (6%), Cargill (5%), INPI (4%) e Sanofi (3%), conferindo diversificação setorial e robustez contratual ao portfólio do dividendos do BRCR11.

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