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VGIR11 corta para R$ 0,12 e paga em 20 de maio

VGIR11 corta para R$ 0,12 e paga em 20 de maio
Imagem gerada por IA

VGIR11 anunciou a distribuição de R$ 0,12 por cota para maio de 2026, valor que indica leve redução frente ao mês anterior, quando o fundo pagou R$ 0,13. A medida reflete o ajuste de resultados recentes e o ritmo de recebimentos da carteira. Para investidores que acompanham o histórico do fundo, a variação mensal se mantém dentro do padrão observado no segmento de CRIs.

A data-base para os dividendos do VGIR11 foi definida em 13 de maio de 2026. Dessa forma, quem estiver posicionado até o fechamento do pregão nessa data garante direito ao provento. O pagamento ocorrerá em 20 de maio de 2026, referente à competência de abril.

Com base na cotação de fechamento de abril, de R$ 9,75, o dividendo de R$ 0,12 por cota implica Dividend Yield mensal aproximado de 1,23%. Em termos anualizados, esse patamar sugere retorno relevante para um portfólio de crédito imobiliário, ainda que sujeito à variação de preços e à dinâmica de amortizações e cupons.

Ao fim de março de 2026, o fundo imobiliário VGIR11 concentrava 94,4% do patrimônio líquido em certificados de recebíveis imobiliários, distribuídos em 56 operações que totalizavam R$ 1,3348 bilhão investidos. Essa composição reforça o mandato de crédito privado lastreado no setor imobiliário, com foco em diversificação e gestão ativa.

Durante março, o fundo adquiriu R$ 29,4 milhões em novos CRIs, sendo três aportes de reforço em posições existentes. A novidade foi a entrada no CRI João Dias, com cupom de CDI + 3,00% ao ano e alocação de R$ 12,0 milhões. Entre os reforços, destacaram-se CRI São Benedito (R$ 10,0 milhões), CRI Cantu Pneus (R$ 4,5 milhões) e CRI Pagano (R$ 2,9 milhões). Em paralelo, houve vendas que somaram R$ 41,2 milhões, incluindo a saída integral do CRI Helbor 111E e reduções em HM Engenharia 97E, HBR 34E e Tecnisa 573E.

O fundo também recebeu R$ 6,2 milhões em amortizações, com destaque para a liquidação do CRI Alto Paraíso (R$ 1,0 milhão) e amortização parcial do CRI AMF Saúde 2 (R$ 2,2 milhões). Essas entradas auxiliam a recomposição de caixa e a realocação tática conforme as oportunidades de mercado.

Em abril, o VGIR11 realizou investimento adicional de R$ 6,4 milhões em CRI já presente no portfólio, mantendo a estratégia de consolidar posições com bom risco-retorno. Para o cotista, a gestão ativa e a exposição elevada a CRIs seguem como vetores centrais de geração de renda.

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