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FIIs

MCRE11 mantém R$ 0,11 por cota e yield de 1,13% em maio

MCRE11 mantém R$ 0,11 por cota e yield de 1,13% em maio
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário MCRE11 manterá a distribuição de R$ 0,11 por cota em maio de 2026, preservando o patamar adotado desde fevereiro de 2025. Os dividendos do MCRE11 serão destinados aos investidores com posição no fundo até 18 de maio, com pagamento agendado para 25 de maio, referente ao resultado de abril. Com base no fechamento de abril, a cota a R$ 9,71 indica yield mensal de 1,13%.

Em abril, o fundo imobiliário MCRE11 apurou resultado de R$ 6,4 milhões, equivalente a R$ 0,06 por cota. Para sustentar a distribuição recorrente de R$ 0,11, o gestor utilizou R$ 0,05 por cota de reservas. As reservas próprias encerraram o mês em R$ 0,09 por cota, reforçando o colchão para pagamentos.

Além disso, um veículo intermediário, decorrente da venda de ativos em dezembro de 2025, acumulava R$ 3,6 milhões em março (R$ 0,03/cota), garantindo liquidez adicional. Somados aos recursos do FII, os saldos alcançavam R$ 0,12 por cota, ampliando a visibilidade das próximas distribuições. A gestão indica atenção à previsibilidade dos proventos e disciplina na alocação.

A carteira segue majoritariamente concentrada em ativos-alvo, com 95% dos recursos distribuídos entre 11 CRIs, um imóvel, cinco fundos estruturados e 16 fundos listados. A composição por classe mostrava crédito (45%), imóvel e FIIs estruturados (44%), cotas líquidas (6%) e caixa (5%). O rendimento do MCRE11 foi beneficiado pelo carrego médio estimado em IPCA + 9,8% ao ano, refletindo indexação relevante.

No book de crédito, 92% das posições estão atreladas ao IPCA e 8% ao CDI, com taxas médias de IPCA + 10,0% e CDI + 4,1%, respectivamente. Esse mix protege contra a inflação e preserva o retorno real ao cotista. Em termos setoriais, o portfólio está diversificado entre residencial (32%), comercial (27%), logístico (23%) e shopping (17%).

Geograficamente, São Paulo concentra 70% dos investimentos, seguido pelo Sul (13%) e Centro-Oeste (9%). Essa distribuição reforça a exposição a mercados líquidos e de maior profundidade. A manutenção do dividendo em R$ 0,11, mesmo com resultado mensal inferior, indica uso planejado de reservas para suavizar oscilações.

Por fim, os dividendos do MCRE11 de maio mantêm o patamar observado em março, quando a distribuição também foi de R$ 0,11 por cota, equivalente a yield anualizado próximo de 15% ao ano. A combinação de reservas, carrego real atrelado ao IPCA e diversificação tende a sustentar a política de proventos no curto prazo.

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