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FIIs

RBRX11 eleva resultado e mantém dividendos a R$ 0,09

RBRX11 eleva resultado e mantém dividendos a R$ 0,09
Foto: Suno/Banco

O RBRX11 fechou abril com resultado distribuível de R$ 11,414 milhões, avanço de 19,7% frente a março, sustentado por maior geração de caixa dos ativos de crédito e da carteira de FIIs. As receitas somaram R$ 9,844 milhões, contra despesas de R$ 1,07 milhão, mantendo margem robusta para distribuição aos cotistas. A gestão reforçou a disciplina na alocação e o foco em ativos com retorno ajustado ao risco.

A carteira de FIIs foi o principal motor do mês, contribuindo com R$ 5,8 milhões, o que representa cerca de R$ 0,04 por cota. Em paralelo, os CRIs adicionaram R$ 5,6 milhões, também próximo de R$ 0,04 por cota, evidenciando a diversificação das fontes de receita. A combinação fortalece a previsibilidade de caixa e a resiliência do portfólio.

Com base nesse desempenho, o fundo anunciou dividendos de R$ 0,09 por cota, patamar em linha com a média dos últimos 12 meses. Para suavizar eventuais oscilações, a gestão utilizou R$ 0,01 por cota da reserva, encerrando abril com saldo acumulado de R$ 0,07 por cota. O movimento preserva o ritmo de distribuição sem comprometer a liquidez.

O dividend yield anualizado ficou em 12,3% sobre a cotação de fechamento, enquanto, pelo valor patrimonial, o retorno anualizado foi de 11,0%. Esses indicadores reforçam a atratividade relativa do fundo no universo de listados, sobretudo em cenário de juros elevados e spreads de crédito ainda interessantes.

A estratégia do mês também incluiu reforço na tese de crédito. O fundo recebeu R$ 2,2 milhões em dividendos da Curva J do investimento em RDLI, apontado pela gestão como exemplo de ativo com fundamentos sólidos e potencial de TIR superior a 20%. A seleção de operações busca equilibrar prazos, garantias e indexadores.

Em abril, o FII RBRX11 ampliou a posição em CRIs em R$ 29,5 milhões, com aportes nos CRIs Pernambuco III (R$ 3,6 mi), Cone Refrigerado (R$ 22,9 mi) e Pernambuco Aurora (R$ 3,0 mi). As operações foram contratadas a taxas médias de IPCA + 11,5% ao ano e CDI + 5,09% ao ano, elevando o carrego da carteira.

O caixa recuou para 4,3% do patrimônio líquido, refletindo a estratégia de maior alocação em ativos geradores de renda. O PL encerrou em R$ 1,439 bilhão (R$ 9,84 por cota), enquanto o valor de mercado era de R$ 1,286 bilhão (R$ 8,79 por cota), resultando em P/VP de 0,89x. A carteira segue concentrada em FIIs (55,7%) e CRIs (37,7%), com 1,3% em SPEs e 1,1% em imóveis diretos, consolidando um perfil equilibrado de risco e retorno para o RBRX11.

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