• IPCA 0,70% FEVEREIRO DE 2026
  • Selic 15% JUL 2026
Fonte:
Fiagro

SNAG11 de olho no ganho de produtividade; Brasil reúne 78% das agtechs da América Latina

O Brasil consolidou a liderança regional em inovação no agronegócio e concentra quase oito em cada dez startups do setor. É o que mostra o Radar AgTech América Latina e Caribe (LAC), estudo coordenado pela Embrapa que mapeou o ecossistema em 23 países.

Segundo o levantamento, o Brasil reúne 2.075 das 2.656 agtechs identificadas, equivalente a 78% do total. Argentina, México, Chile, Colômbia e Uruguai aparecem na sequência, com números menores.

A liderança reflete a dimensão do agronegócio, a presença de centros de pesquisa, universidades e investidores especializados, além do amadurecimento do ecossistema de inovação.

As agtechs desenvolvem soluções para agricultura de precisão, inteligência artificial, automação, monitoramento remoto, gestão de dados e rastreabilidade. Essas tecnologias elevam a produtividade, reduzem desperdícios e ganham escala nas operações rurais.

Inovação acompanha estratégia de longo prazo do SNAG11

O avanço das agtechs reforça o ambiente para segmentos acompanhados pelo SNAG11, Fiagro que investe em operações de crédito ligadas ao agronegócio.

O fundo não investe diretamente em startups, mas parte das operações financiadas está inserida em cadeias que vêm incorporando agricultura de precisão, irrigação, monitoramento e gestão digital para ganhar eficiência.

Esse movimento tende a ampliar produtividade, reduzir custos operacionais e fortalecer a capacidade financeira de produtores e empresas, o que apoia operações de crédito estruturadas, foco do Fiagro.

Recentemente, o SNAG11 ampliou a exposição a infraestrutura agrícola, como irrigação e armazenagem, áreas que incorporam novas tecnologias para eficiência produtiva e mitigação de riscos climáticos.

Com patrimônio próximo de R$ 1 bilhão, mais de 130 mil cotistas e carteira sem inadimplência, o fundo segue exposto a cadeias em expansão e maior digitalização no campo.

Irrigação ganhou espaço na estratégia do SNAG11

Após a quinta emissão de cotas, que captou cerca de R$ 301 milhões, o SNAG11 destinou aproximadamente R$ 200 milhões ao Fiagro FIDC Irriga Brasil, voltado a financiar sistemas de irrigação.

Segundo a Suno Asset, a irrigação é instrumento relevante para reduzir riscos climáticos e aumentar a previsibilidade das safras. Em apresentação, o analista João Vitor Franzin destacou que sistemas irrigados funcionam como proteção em períodos de escassez hídrica, sustentando produtividade mesmo com menor volume de chuvas.

Quer construir uma carteira de Fiis alinhada com os seus objetivos? Clique aqui e fale agora mesmo com um especialista.

Leia também