O fundo imobiliário IRIM11 (IRIM11) apurou resultado de R$ 34,065 milhões em junho, alta de 15% ante maio. A receita de ativos somou R$ 36,215 milhões e as despesas, R$ 2,149 milhões no período.
Pela competência de junho, a distribuição foi de R$ 1,18 por cota, frente a um resultado distribuível de R$ 0,97 por cota. Em 12 meses, os rendimentos do IRIM11 apontam dividend yield de 12,01% sobre a cota patrimonial e de 14,93% sobre a cota de mercado. Os proventos são isentos de IR para pessoas físicas nas condições legais.
Nos indicadores, a cota patrimonial é de R$ 82,59, com patrimônio líquido de R$ 2.909,15 milhões. Na B3, a cota de mercado fechou a R$ 66,24. O fundo possui 35.225.947 cotas em circulação.
Movimentações de junho e rendimentos do IRIM11
Em junho, o fundo reforçou posições em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). O CRI GSFI recebeu +0,33% do PL a IPCA + 8,8% (IPCA é o índice oficial de inflação), e o CRI Norte Shopping ganhou +0,11% do PL a CDI + 1,25% (CDI é a taxa interbancária).
No Norte Shopping, houve trade tático: venda parcial a CDI + 0,9% e recompra a CDI + 1,25%, elevando a taxa de entrada e ampliando marginalmente a posição.
O FII também alocou 2,1% do PL na cota sênior do fundo GD IVI, estruturado com remuneração-alvo de IPCA + 9%.
Entre ativos em monitoramento, o CRI Villa Jardim, com 1,46% do PL, avançou com o protocolo do habite-se (autorização de conclusão), abrindo perspectiva de recebimento das parcelas de repasse nos próximos meses. A SPE emissora é a devedora do CRI.
Distribuição da carteira do IRIM11
Por classe, a carteira está em CRIs (73,8%), FIIs (20,5%), caixa (5,1%) e outros (1,1%). Entre os FIIs, o setor financeiro responde por 29%, ativos estruturados de crédito PJ por 27% e outros estruturados por 2%.
As demais exposições imobiliárias reúnem industrial e logística (22%), varejo (12%), corporativo e escritórios (9%), residencial vertical (9%), shopping (5%) e hospitalidade (4%). Utilities, via geração distribuída, somam 10%.