O fundo imobiliário RZAK11 pagará R$ 1,05 por cota em 21 de agosto de 2026. Terá direito ao provento quem estiver posicionado até o fim do pregão de 14 de agosto de 2026, data-base da distribuição.
Sobre a cotação de fechamento de junho, de R$ 79,20, os dividendos do RZAK11 equivalem a dividend yield mensal de 1,28% e 16,49% anualizado. A gestão manteve o guidance para os próximos três meses entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota. Os rendimentos são isentos de IR para pessoas físicas, conforme legislação aplicável.
Resultados e carteira: dividendos do RZAK11
Em junho, o fundo apurou resultado de R$ 10,09 milhões, ou R$ 1,15 por cota. O patrimônio líquido somou R$ 774 milhões, com cota patrimonial de R$ 87,88. A cota de mercado fechou a R$ 80,34, resultando em P/VP de 0,91x. A liquidez média diária foi de R$ 1,7 milhão e a base reunia 44.062 cotistas.
No mês, ocorreram as liquidações do CRI MRV, quitado antes do vencimento, e do CRI Splice, encerrado após atraso pontual. Em ambos os casos, houve pagamento integral de principal e juros.
A alocação bruta terminou junho em 95,25% do PL, sem alavancagem via compromissadas reversas. Por instrumento, a carteira está dividida entre CRIs (76%) e FIIs (24%). Por indexador, a maior exposição é ao IPCA (43,02%), com taxa média de 9,59% e duration (prazo médio) de 3,79 anos, seguida por CDI (30,08%), INCC (10,99%), prefixados (2,01%) e parcela sem indexador (9,14%). O IPCA acumulou 4,64% em 12 meses e desacelerou para 0,16% em junho.
Por tese, destacam-se crédito estruturado para financiamento de projeto (35,56%) e crédito pulverizado de carteira estática (28,32%). Nas alocações-alvo de 2026, os maiores núcleos efetivos são real estate (35,70% do PL), securitização e carteiras (28,32%) e infraestrutura (21,19%). Agronegócio (0,56%; alvo de 5,00%) e direct lending (2,30%; alvo de 10,00%) seguem abaixo das metas.