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FIIs

KFOF11 distribui 95,6% do resultado e alcança yield mensal de 1,03%

KFOF11 distribui 95,6% do resultado e alcança yield mensal de 1,03%
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário KFOF11 encerrou setembro de 2026 com resultado de R$ 5,872 milhões, acima dos R$ 5,697 milhões de agosto, segundo informe do fundo.

A principal linha do mês foram os rendimentos de outros FIIs, que somaram R$ 5,190 milhões. As receitas financeiras atingiram R$ 806,3 mil, enquanto os CRIs contribuíram com R$ 336,3 mil.

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O FII também apurou R$ 31,6 mil em resultado líquido com a venda de cotas. As despesas do período totalizaram R$ 492,2 mil.

Do total de R$ 5,872 milhões, o fundo distribuiu R$ 5,612 milhões aos cotistas, equivalente a 95,6% do resultado, e reteve R$ 260,8 mil em reserva.

No acumulado do segundo semestre até setembro, o fundo registrou R$ 17,653 milhões de resultado e distribuiu R$ 16,835 milhões.

Os dividendos ficaram em R$ 0,80 por cota, com pagamento em 15 de outubro de 2026. Com base no preço de fechamento de setembro, o dividend yield mensal foi de 1,03%.

Ao longo de 2026, de janeiro a setembro, o fundo manteve R$ 0,80 por cota em todos os meses.

Alocação e estratégia do KFOF11

Em setembro, o fundo realizou novas alocações que somaram 3,02% do patrimônio, distribuídas entre escritórios (1,78%), fundos de CRI (0,57%), shopping centers (0,42%), híbridos (0,16%) e multiestratégia (0,08%).

A gestão priorizou, em escritórios e híbridos, ativos negociados com descontos considerados relevantes frente aos valores justos. No crédito, buscou fundos com TIR projetada atrativa (taxa interna de retorno que estima o retorno do investimento ao longo do tempo). Houve redução de algumas posições em shopping.

Ao fim de setembro, 83,6% dos ativos estavam em cotas de outros FIIs. Na divisão por estratégia, 53,0% do patrimônio compunham a parcela imobiliária (longo prazo), 34,4% a tática e 12,6% permaneciam em caixa.

Por categoria, fundos de CRI representavam 24,3% do patrimônio, seguidos por logística (17,3%), escritórios (13,0%) e shopping e varejo (11,5%). A carteira também tinha posições em multiestratégia, renda urbana, híbridos e outros. A gestão pretende usar de forma seletiva o caixa e LCI, priorizando ativos com TIR atrativa.

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