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Fonte:
FIIs

HGLG11 mantém R$ 1,10 por cota e reforça previsibilidade

HGLG11 mantém R$ 1,10 por cota e reforça previsibilidade
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário HGLG11 confirmou a distribuição de R$ 1,10 por cota referente a maio de 2026, mantendo o patamar observado desde agosto de 2023. O pagamento ocorrerá em 15 de junho de 2026 para os investidores posicionados ao fim do pregão de 29 de maio. Considerando a cotação de R$ 155,71, o dividend yield mensal estimado é de cerca de 0,71%.

Em linha com o histórico recente, os dividendos do HGLG11 refletem a estratégia da gestão de preservar a previsibilidade de rendimentos. A manutenção do valor distribui segurança ao cotista e se conecta às projeções apresentadas para o primeiro semestre de 2026, período em que a geração de caixa vem cobrindo confortavelmente as distribuições.

No relatório mais recente, a administração informou que, em abril, a receita total do FII HGLG11 alcançou R$ 1,47 por cota, com resultado de R$ 1,21 por cota. O desempenho foi impulsionado pelo aluguel trimestral da Volkswagen, referente ao ativo de Vinhedo, componente relevante do portfólio logístico do fundo.

Houve impacto negativo de R$ 0,01 por cota decorrente da venda de cotas de FIIs no mês, mas as operações ainda acumulam lucro de R$ 0,11 por cota em 2026. Esse efeito demonstra disciplina na alocação tática e preservação do resultado recorrente, mesmo diante de ajustes pontuais na carteira.

O HGLG11 registrou valorização de 0,9% em abril. Desde março de 2011, a performance acumulada chega a 625,6%, com rentabilidade anualizada de 14,2%. O retorno supera o IFIX, que avançou 291,9% no período, e o CDI bruto, com 311,5%, reforçando a resiliência do veículo.

O portfólio do fundo imobiliário HGLG11 soma 37 ativos logísticos em 7 estados, ultrapassando 2 milhões de m² de ABL. São Paulo concentra 62% da carteira, seguido de Minas Gerais com 17,6%, evidenciando foco em eixos com forte demanda locatícia e infraestrutura consolidada.

A vacância física recuou para 2,6% em abril, mas a gestão projeta elevação para 4,6% em novembro de 2026, refletindo dinâmicas de maturação de contratos e possíveis realocações. Para pessoas físicas, os rendimentos de FIIs seguem isentos de IR, desde que cumpridas as condições legais.

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