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FIIs

IFIX recua 0,59% e fecha aos 3.883 pontos; ITRI11 e BRCO11 sobem

IFIX encerrou a terça-feira (3) em queda de 0,59%, aos 3.883,13 pontos, recuando 22,93 pontos frente ao fechamento anterior. O movimento confirma um pregão de viés vendedor, com pressão ao longo do dia e perda do patamar de abertura. No intraday, o índice oscilou entre a máxima de 3.908,49 e a mínima de 3.881,39 pontos.

Logo na abertura, o índice de fundos imobiliários marcou 3.906,06 pontos, mas não sustentou ganhos. A amplitude de variação foi moderada, refletindo ajustes localizados e seletividade entre os principais fundos listados. O fechamento abaixo da abertura reforça a leitura de cautela.

Na janela de 52 semanas, o IFIX acumula máxima em 3.912,96 pontos e mínima em 3.118,34. O patamar atual permanece próximo do topo anual, sugerindo resiliência do mercado, apesar das correções de curto prazo. Para investidores, o nível indica espaço para realização e rotação setorial.

IFIX e destaques do pregão

Entre as maiores altas, o ITRI11 (Itaú Total Return FII) avançou 3,70%, alta de R$ 3,13, fechando a R$ 87,67. O movimento positivo indica apetite por estratégias de retorno total, com maior sensibilidade a expectativas de gestão ativa. Já o BRCO11 (FII Bresco Logística) subiu 3,45%, acrescentando R$ 4,08 e encerrando a R$ 122,28, amparado pela tese de logística resiliente.

No campo negativo, o CCME11 recuou 3,24%, queda de R$ 0,30, fechando a R$ 8,97. A pressão pode refletir ajustes de curto prazo e menor liquidez relativa. O BROF11 (FII BRPR Corporate Offices) caiu 3,16%, com desvalorização de R$ 1,99, terminando a R$ 61,01, em linha com a volatilidade do segmento de lajes corporativas.

Para quem acompanha o índice de fundos imobiliários, os dados do dia reforçam a importância de observar fundamentos setoriais e a qualidade dos portfólios. A dinâmica intradiária mostrou uma busca por proteção em segmentos com contratos mais previsíveis e, ao mesmo tempo, interesse por veículos com potencial de alfa via gestão ativa.

Mesmo com a queda, o IFIX segue próximo de sua máxima anual, sugerindo que movimentos de correção podem abrir janelas táticas. A seletividade permanece central, com destaque para logística e estratégias ativas, enquanto escritórios seguem sensíveis a vacância e revisões contratuais.

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