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FIIs

KFOF11 vende CRI e logística, eleva caixa e detalha upside

KFOF11 vende CRI e logística, eleva caixa e detalha upside
Foto: Suno/Banco

O KFOF11 manteve em fevereiro uma estratégia ativa de vendas, priorizando a redução de posições com menor potencial de valorização. A gestão destacou que a medida visa otimizar o portfólio no curto prazo, preservando liquidez para capturar oportunidades táticas em momento de maior seletividade do mercado. O fundo encerrou o mês com 22,3% do patrimônio em caixa, reforçando a disciplina alocativa diante do cenário atual.

As movimentações concentraram-se em desinvestimentos nos segmentos de CRI, logística e multiestratégia, com foco em realocação eficiente de risco e retorno. O relatório aponta que a maior parte das vendas ocorreu em ativos com menor upside estimado, em linha com o racional de reciclagem do portfólio.

No âmbito de mercado, o relatório gerencial registrou negociação contínua na B3, com 100% de presença nos pregões de fevereiro. O volume financeiro totalizou R$ 30,23 milhões, com média diária de R$ 1,68 milhão, refletindo liquidez consistente para um fundo de fundos de maior porte.

Alocação e movimentações da carteira do KFOF11

O mês fechou com vendas líquidas equivalentes a -7,38% do patrimônio líquido, distribuídas entre FII de CRI (-1,87%), shopping centers/varejo (-2,03%), logística (-1,84%) e multiestratégia (-1,03%). A alocação consolidada indicou 73,2% do patrimônio em cotas de FIIs e 22,3% em caixa, além de exposições complementares em LCI e CRI para gestão de liquidez e rendimento.

Na performance, a cota patrimonial do fundo imobiliário avançou 0,88% em fevereiro, enquanto a cota de mercado retraiu -0,80%. Na data-base de 27/02/2026, a cota patrimonial marcou R$ 94,16, frente a R$ 85,50 no mercado, configurando deságio de -9,19% e indicando possível assimetria de preço.

A distribuição de rendimentos somou R$ 0,80 por cota, com pagamento em 13 de março, mantendo consistência no retorno mensal ao cotista. O fluxo reforça a combinação de receitas de aluguéis indiretas via FIIs e rendimento de caixa.

Por fim, o relatório apresentou análise de upside com potencial total de 21,23%, tendo o segmento de escritórios como destaque, com +69,14% estimado. Esses percentuais são métricas internas e não configuram garantia de retorno, mas sugerem espaço para captura de valor caso o mercado converja para os fundamentos.

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