O fundo imobiliário MCCI11 aprovou a distribuição de R$ 1,00 por cota referente a setembro de 2026, com pagamento em 20 de outubro. A data de corte foi 13 de outubro de 2026; compras a partir de 14 de outubro não fazem jus ao provento.
O valor indica um dividend yield mensal de aproximadamente 1,06%, calculado sobre a cotação de R$ 94,60 no encerramento de setembro. O crédito será automático, proporcional à posição na data-base, sem necessidade de solicitação.
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Para pessoas físicas, os pagamentos são isentos de IR, desde que observadas as condições previstas na legislação de fundos imobiliários. A próxima distribuição ocorrerá em 20 de outubro, conforme calendário do administrador.
Carteira do MCCI11 segue estável e adimplente
Em agosto de 2026, o fundo manteve a alocação estável, com 98% dos recursos em ativos-alvo, priorizando crédito imobiliário. A carteira somava 27 CRIs e participações em 20 fundos de recebíveis.
Os CRIs representavam 85% da alocação total; cotas de outros FIIs, 11%. Posições táticas e caixa respondiam por 2% cada. Segundo a gestão, todos os CRIs estavam adimplentes, incluindo vencimentos de setembro já ocorridos até a divulgação do relatório.
Quanto aos indexadores, 95% dos recebíveis eram atrelados ao IPCA e 5% ao CDI. A administração acompanha a regularidade dos pagamentos e a qualidade de crédito dos emissores.
Logística concentra a maior parcela dos investimentos
Na carteira de crédito, logística concentrava 58% da exposição, seguida por residencial (17%) e comercial (14%). Varejo essencial somava 10%, e hoteleiro, 1%.
Geograficamente, as garantias se concentravam no Sudeste, com São Paulo respondendo por 61% e os demais estados da região por 15%. Centro-Oeste tinha 11%; Norte e Nordeste, 9%; Distrito Federal, 3%; e Sul, 1%.
Participações em outros FIIs complementam a estratégia
As posições em FIIs de CRI listados totalizavam R$ 132,1 milhões (8,3%). Havia R$ 49,3 milhões no MCRE11 (3,1%). Entre os maiores pesos, destaque para CPTS11 (3,2%) e MCRE11 (3,1%).
Outras posições incluíam FLCR11 (0,7%), MANA11 (0,6%) e EQIR11 (0,5%). Segundo a gestão, essas alocações ampliam a diversificação e o acesso a operações estruturadas, inclusive voltadas a investidores profissionais, sem alterar o foco principal em rendimentos de CRIs.