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MCCI11 tem lucro menor em setembro, mas preserva distribuição

MCCI11 tem lucro menor em setembro, mas preserva distribuição
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário MCCI11 (MCCI11) reportou resultado líquido de R$ 16,87 milhões em setembro de 2026, equivalente a R$ 0,99 por cota. A cifra representa queda de 17,75% frente a agosto, conforme relatório gerencial divulgado em outubro.

Apesar da retração, o fundo manteve a distribuição de R$ 1,00 por cota, totalizando R$ 16,96 milhões aos cotistas. Considerando o preço de referência de R$ 94,60, o pagamento correspondeu a dividend yield mensal de 1,06%.

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Pelo critério da gestão, a remuneração anualizada ficou em 13,4%. As receitas somaram R$ 18,22 milhões no mês, e as despesas, R$ 1,36 milhão.

Os juros e prêmios das operações de crédito atingiram R$ 9,11 milhões, enquanto a atualização monetária somou R$ 3,11 milhões. Dividendos de outros FIIs contribuíram com R$ 2,21 milhões, e os ganhos de capital nesses fundos, com R$ 2,32 milhões.

Em operações de crédito, os ganhos de capital foram de R$ 1,08 milhão. As aplicações de caixa adicionaram R$ 392,4 mil ao resultado.

MCCI11 mantém expectativa de dividendos até dezembro

No acumulado de janeiro a setembro, o fundo registrou receitas de R$ 161,32 milhões e resultado líquido de R$ 149,15 milhões, ou R$ 8,79 por cota. As distribuições no período alcançaram R$ 152,64 milhões, equivalentes a R$ 9,00 por cota.

Em setembro, havia R$ 0,25 por cota em resultados acumulados não distribuídos. A gestão manteve a estimativa de pagamentos mensais entre R$ 0,90 e R$ 1,00 por cota no segundo semestre, com expectativa de manter os dividendos do MCCI11 próximos ao teto até a competência de dezembro de 2026 (pagamento em janeiro de 2027). A projeção pode mudar e não é garantia.

MCCI11 mantém 90% dos recursos investidos em ativos-alvo

A carteira reunia 26 CRIs e participações em 20 FIIs de recebíveis. Os ativos-alvo somavam 90% dos recursos, com 79% em crédito imobiliário e 11% em cotas de fundos; 10% estavam em caixa.

Entre os CRIs, 95% eram indexados ao IPCA e 5% ao CDI. No crédito, 63% estavam no segmento logístico, 18% no residencial, 10% no varejo essencial, 8% em imóveis comerciais e 1% em hoteleiro.

As garantias se concentravam em São Paulo (59%), demais estados do Sudeste (17%), Centro-Oeste (11%), Norte e Nordeste (10%), Distrito Federal (3%) e Sul (1%).

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