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Fiagro

OIAG11 reforça tese em recebíveis pulverizados e eleva carrego

OIAG11 reforça tese em recebíveis pulverizados e eleva carrego
Fiagro OIAG11. Foto: Unsplash

O Fiagro OIAG11 encerrou dezembro com uma atuação tática voltada para o aumento da renda recorrente e o reforço da diversificação. A gestora priorizou alocações em estruturas lastreadas por recebíveis pulverizados do agronegócio, buscando robustez de fluxo e mitigação de risco de concentração setorial e de devedores.

Entre as movimentações, o fundo investiu R$ 4,2 milhões em cotas sênior do Spaço Agrícola Fiagro, com retorno de CDI + 4,0% e vencimento em junho de 2028. O ativo é lastreado em recebíveis do Grupo Spaço Agrícola e integra a estratégia de crédito estruturado com garantias e fluxo pulverizado, alinhada ao perfil de risco do OIAG11.

Também foram alocados R$ 2,5 milhões em cotas sênior do Florindo Agro Fiagro, remuneradas a CDI + 3,5%, com vencimento em dezembro de 2028. Esse investimento é amparado por créditos pulverizados originados pelos grupos Sansão e Florindo, reforçando a tese de diversificação por emissores, setores e prazos, além de compor o carrego de carteira com prêmio acima do CDI.

Como parte do reposicionamento, o OIAG11 vendeu cerca de R$ 3 milhões em cotas sênior do Fiagro Ponto Rural. Segundo a gestão, a decisão visou elevar a diversificação e o rendimento médio dos ativos, redirecionando capital para oportunidades com melhor relação risco-retorno. O vencimento e pagamento do CRA Coruripe contribuiu para a recomposição de caixa, oferecendo maior flexibilidade para novas alocações.

Em dezembro, a alocação em ativos-alvo permaneceu elevada, atingindo 92,6% do patrimônio líquido, acima dos 92,0% de novembro. O fundo encerrou o mês com aproximadamente R$ 6,6 milhões em caixa, montante que deve ser destinado a operações em análise, mantendo disciplina na originação e no timing de entrada.

O OIAG11 apurou R$ 0,118 por cota no período, distribuindo R$ 0,120 por cota. A diferença foi coberta com R$ 0,002 da reserva de resultados, que permanece em R$ 0,139 por cota, sustentando a previsibilidade de rendimentos no curto prazo e suportando a estratégia de distribuição.

Receitas continuam concentradas em agronegócio estruturado: Fiagros responderam por 52,2% da receita, CRAs e CRIs por 40,6%, e renda fixa por 7,2%. Essa composição reforça a busca por qualidade de crédito e spread adequado ao risco, com ênfase em originações pulverizadas e prazos equilibrados para o ciclo do setor.

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