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Fonte:
FIIs

PORD11 eleva resultado em 20% e reforça distribuição em abril

PORD11 eleva resultado em 20% e reforça distribuição em abril
Imagem gerada por IA

O PORD11 reportou resultado de R$ 4,39 milhões em abril de 2026, avanço de 20% frente a março. O desempenho refletiu maior contribuição dos ativos de carteira e ganhos financeiros, permitindo reforço na distribuição por cota. A gestão destacou resiliência do portfólio e disciplina na alocação, apesar do aumento de caixa após eventos extraordinários.

As receitas dos ativos somaram R$ 4,025 milhões, enquanto as receitas financeiras adicionaram R$ 974 mil, apoiadas pelo maior volume de recursos líquidos. As despesas recorrentes ficaram em R$ 609 mil no período, preservando a margem operacional do PORD11. Com base nesses números, o fundo distribuiu R$ 0,098 por cota aos cotistas.

Nos últimos 12 meses, o montante acumulado de proventos atingiu R$ 1,175 por cota, equivalente a dividend yield anualizado de 13,82% considerando cota-base de R$ 8,50. A gestão ressaltou que a distribuição de dividendos do PORD11 equivale a IPCA + 9,64% ao ano, indicador que reforça a atratividade real do fluxo de caixa frente à inflação.

Com gross-up de Imposto de Renda, o retorno ajustado alcança IPCA + 11,99% ao ano, calculado com duration médio de três anos e inflação acumulada até fevereiro de 2026. Ao fim de abril, o PORD11 mantinha R$ 0,048 por cota de inflação acumulada não distribuída, oferecendo potencial de sustentação dos rendimentos futuros.

O período foi marcado pelo pré-pagamento do CRI Smart Fit, que acrescentou cerca de 2,56% do patrimônio líquido ao caixa, elevando a liquidez e abrindo espaço para novas alocações. Esse movimento aumentou a participação de recursos líquidos e pode gerar oportunidades táticas em créditos com prêmios mais elevados.

Entre os indexadores, os CRIs atrelados ao IPCA representam 32,8% da carteira, com remuneração média de IPCA + 10,13% ao ano. Já os ativos indexados ao CDI somam 28%, com retorno médio de CDI + 4,35% ao ano, diversificando o risco de taxa. Os investimentos em FIIs correspondem a 9%, enquanto posições em CRIs corporativos em série única permanecem como destaque da alocação.

Após o pré-pagamento, o caixa passou a representar 26% do patrimônio líquido. Os CRIs corporativos em série única lideram com 32% do patrimônio do FII PORD11, seguidos por CRIs corporativos sênior (10%) e pulverizados sênior (10%). O portfólio inclui ainda 6% em CRIs pulverizados mezanino, 5% em série única e 2% em operações subordinadas.

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