A gestora do RECT11 confirmou a distribuição de R$ 0,45 por cota referente à competência de abril, com pagamento em 15 de maio de 2026. O montante repete o padrão dos últimos meses e marca a sétima distribuição consecutiva nesse valor, reforçando a consistência do fluxo de caixa aos cotistas. Com base na cotação de fechamento de abril, em R$ 38,99, o yield mensal estimado é de 1,15%. A data-base para recebimento dos proventos do RECT11 foi fixada em 8 de maio de 2026.
O fundo segue focado na geração de renda por meio de gestão ativa de imóveis comerciais, combinando atuação operacional na locação com reciclagem de portfólio. Essa abordagem busca otimizar a estrutura de capital, reduzir vacância e preservar a previsibilidade das distribuições. Em linha com essa estratégia, a gestão indicou intenção de vender ativos por valores alinhados aos laudos de dezembro de 2025, movimento que já está em curso.
Recentemente, foram concluídas quatro alienações: Parque Ana Costa, Canopus Corporate, Torre Rio Claro – Cidade Matarazzo e o imóvel localizado na Av. Europa, 884. Essas transações contribuem para desalavancagem, simplificação do portfólio e reforço de liquidez, preparando o fundo para novas locações e potenciais aquisições seletivas. A equipe gestora do fundo imobiliário RECT11 mantém diálogo ativo com potenciais locatários para absorção das áreas vagas.
Em março de 2026, o patrimônio totalizava R$ 920,8 milhões, sendo R$ 789,4 milhões alocados em imóveis e R$ 2,8 milhões em renda fixa com liquidez diária. Além disso, havia R$ 108,8 milhões a receber provenientes de vendas já contratadas, o que reforça a liquidez futura. Os passivos somavam R$ 154 milhões, com R$ 145,8 milhões relacionados a obrigações por aquisições, a uma taxa média de IPCA + 7,37% ao ano.
A disciplina na alocação de capital e a execução das vendas sustentam a capacidade do FII RECT11 em manter a estabilidade das distribuições no curto prazo, enquanto busca recompor a receita imobiliária via novas locações. O cenário de yield de 1,15% em abril sugere que a política de proventos permanece compatível com a estratégia de gestão ativa e de reciclagem de ativos.
Em síntese, o RECT11 preserva o patamar de R$ 0,45 por cota, avança na redução de passivos e segue empenhado em diminuir a vacância, criando condições para resiliência da renda recorrente e eventuais ganhos de eficiência operacional.