O fundo imobiliário TVRI11 fechou junho com resultado de R$ 15,178 milhões. As receitas somaram R$ 16,269 milhões e as despesas, R$ 745 mil, ligeiramente acima de maio.
No mês, o fundo gerou R$ 0,97 por cota: R$ 0,95 da operação corrente e R$ 0,02 de parcela da venda da Agência Florianópolis. Mesmo assim, distribuiu R$ 1,05 por cota em dividendos e encerrou junho com R$ 0,49 por cota em reserva.
A distribuição representou retorno de 1,14% no mês, ou 13,68% ao ano. Em 12 meses, os rendimentos somaram 13,08% e a cota valorizou 14,6%, superando os 12,0% do IFIX.
Vendas e reciclagem de carteira do TVRI11
Em junho, a gestora concluiu a oitava alienação desde a adoção da gestão ativa, com a venda da Agência Florianópolis a um cap rate de 8,2% (taxa de capitalização), após renegociação de contrato. No acumulado, as oito vendas totalizam R$ 162,7 milhões, cerca de 10% do patrimônio, com preço médio 42% acima do laudo. O lucro não recorrente acumulado é de R$ 2,89 por cota.
O portfólio reúne 57 imóveis, com 284.929 m² de ABL (área bruta locável) em 14 estados. A ocupação está em 97%, vacância física de 3,3% e aluguel médio de R$ 60,0/m². A carteira combina lajes corporativas e renda urbana (53%), renda urbana (33%) e lajes corporativas (14%).
O patrimônio líquido alcançou R$ 1,60 bilhão, dos quais R$ 1,49 bilhão em imóveis. Há R$ 61,3 milhões a receber por vendas e R$ 25,0 milhões a pagar por aquisições. O caixa soma R$ 39,8 milhões em fundo de liquidez. A dívida é de R$ 24,9 milhões, de um CRI herdado na compra do FII Bluerock.
Na B3, a cota fechou a R$ 92,10, ante valor patrimonial de R$ 100,53 (P/VPA de 0,92). O valor de mercado é de R$ 1,47 bilhão, com média diária de R$ 1,10 milhão, 18.624 negócios no mês, 59.095 cotistas e 15.919.690 cotas.