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VGIR11 reduz resultado em fevereiro e mantém foco em CRIs

VGIR11 reduz resultado em fevereiro e mantém foco em CRIs
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário VGIR11 encerrou fevereiro com resultado de R$ 15,891 milhões, queda em relação aos R$ 19,644 milhões de janeiro. A variação reflete menor volume de receitas e a dinâmica de amortizações do período, mantendo a disciplina na alocação e no controle de despesas recorrentes. A gestão reforçou a aderência à estratégia e indicou estabilidade operacional dos ativos.

As receitas somaram R$ 17,206 milhões, enquanto as despesas recorrentes ficaram em R$ 1,314 milhão. Além disso, o fundo recebeu R$ 8,7 milhões em amortizações ordinárias e extraordinárias, que contribuem para reciclagem de capital e reforço de liquidez. A política de distribuição seguiu o desempenho do caixa e o comportamento dos ativos de crédito.

Com base nesse resultado, o VGIR11 distribuiu R$ 0,12 por cota em fevereiro de 2026. Segundo a administração, o patamar implica rentabilidade líquida de CDI + 3,4% ao ano, tomando como referência a cota patrimonial de dezembro. A sinalização busca alinhar expectativas quanto ao ritmo de distribuição em um cenário de crédito mais seletivo.

No acumulado de 12 meses, o fundo pagou R$ 1,52 por cota em dividendos, equivalente a retorno líquido de CDI + 2,16% ao ano sobre a cota patrimonial. Esse histórico indica consistência na geração de rendimentos, ainda que sujeito a oscilações de originação, pré-pagamentos e custos de carregamento. Ao final de fevereiro, a reserva de caixa permaneceu em cerca de R$ 0,01 por cota.

Portfólio segue focado em CRIs. A alocação estava concentrada em 95,5% do patrimônio líquido, distribuída em 57 operações, totalizando R$ 1,349 bilhão investido. Os recursos remanescentes permaneceram em instrumentos de caixa para gestão tática de liquidez. A gestora reportou que o monitoramento aponta que os créditos seguem saudáveis.

Após o fechamento do mês, houve novos aportes de R$ 7,4 milhões em dois CRIs já presentes na carteira, reforçando convicção nos emissores e nas garantias. No mercado secundário, as cotas mantiveram bom giro, com volume médio diário de R$ 6,5 milhões, e a base de investidores atingiu 260.186 participantes.

Em síntese, o VGIR11 manteve disciplina de alocação, distribuição compatível com o caixa e foco em qualidade de crédito, mesmo com a queda mensal do resultado.

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