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FIIs

KNSC11 eleva resultado em 60,4% e paga R$ 0,08 por cota

KNSC11 eleva resultado em 60,4% e paga R$ 0,08 por cota
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário KNSC11 reportou resultado de R$ 16,2 milhões em fevereiro, um salto de 60,4% frente aos R$ 10,1 milhões de janeiro. O avanço reflete a melhora na geração de receitas, impulsionada principalmente pela carteira de CRIs, apesar do efeito da inflação mais baixa no período.

Com esse desempenho, a distribuição somou R$ 16,2 milhões, equivalente a R$ 0,08 por cota. O rendimento do KNSC11 corresponde a 0,87% de rentabilidade sobre a cota média de ingresso de R$ 9,19. Para investidores pessoa física, os dividendos seguem isentos de IR, o que sustenta a atratividade do fluxo mensal.

A gestão informou que o retorno equivale a 87% da taxa DI do período, ou 103% do CDI no critério de gross-up com alíquota de 15%. Esse patamar reforça a competitividade do fundo frente a instrumentos de renda fixa com tributação, mantendo o foco em distribuição recorrente.

A geração de resultado contou com forte contribuição dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), que totalizaram R$ 16,7 milhões. Os aportes em Letras de Crédito Imobiliário (LCI) adicionaram R$ 400 mil, enquanto instrumentos de caixa contribuíram com R$ 800 mil. As despesas do FII KNSC11 fecharam o mês em R$ 1,7 milhão.

Os CRIs indexados à inflação apresentam defasagem de dois meses em relação ao IPCA. Assim, os números de fevereiro incorporaram as variações de dezembro e janeiro, ambas em 0,33%, o que pressionou negativamente a geração de rendimentos diante da menor inflação corrente.

No fim de fevereiro, o portfólio apresentava alocação de 100,3% do patrimônio em ativos-alvo, além de 2,4% em LCI e 7,3% em instrumentos de caixa. Os CRIs atrelados ao IPCA representavam 62,1% do patrimônio líquido, com remuneração média de IPCA + 10,10% ao ano e prazo médio de 7,1 anos. Já os CRIs pós-fixados ao CDI respondiam por 38,1% do patrimônio, pagando CDI + 3,14% ao ano e prazo médio de 3,8 anos. Essa combinação busca equilibrar proteção inflacionária e sensibilidade às taxas de juros, sustentando o perfil de renda do KNSC11.

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