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FIIs

IFIX sobe 0,35% e fecha em 3.879,52 pontos na sexta

O IFIX encerrou a sexta-feira (13) em 3.879,52 pontos, com alta de 0,35%, após um pregão de viés positivo. A variação diária representou avanço de 13,58 pontos frente ao fechamento anterior de 3.865,94, sinalizando recuperação parcial após uma semana de volatilidade.

Na abertura, o IFIX marcou 3.865,92 pontos, que também foi a mínima do dia, e alcançou a máxima de 3.884,76 pontos. O índice permaneceu em terreno positivo durante a maior parte da sessão, refletindo fluxo comprador em diversos fundos setoriais, sobretudo escritórios e recebíveis.

Apesar do sinal diário, a performance semanal foi negativa. Em comparação a 6 de dezembro, quando o índice fechou aos 3.896,62 pontos, o IFIX acumulou recuo de 17,10 pontos, queda de 0,44%. O movimento sugere realização de lucros e ajustes táticos antes do vencimento de opções e eventos corporativos.

Entre os destaques, o VINO11 liderou as altas com valorização de 3,97%, encerrando a R$ 5,21. O papel recuperou parte das perdas recentes, após cair mais de 8% entre terça (10) e quinta (12), sendo que cerca de 4% desse recuo ocorreu apenas no pregão de quinta-feira. A reversão indica apetite por ativos descontados.

Na sequência, o PMIS11 avançou 2,85% e fechou a R$ 8,25, em linha com o bom comportamento de fundos de tijolo de menor liquidez. Esse movimento reforça a busca por assimetria de preço diante do cenário de juros em queda gradual, que tende a favorecer a reprecificação do setor.

No campo negativo, o TRBL11 registrou o pior desempenho do dia, caindo 1,05% e encerrando a R$ 76,50. O ajuste pode refletir realização após ganhos anteriores e menor giro no papel. Já o HGRE11 recuou 0,90%, fechando a R$ 127,47, acompanhando a pressão pontual em alguns fundos de escritórios.

Para a próxima semana, o foco permanece na dinâmica de dividendos e no fluxo de captações, fatores que podem influenciar a rotação entre segmentos. Em um horizonte de curto prazo, a manutenção do patamar atual do IFIX dependerá do apetite por risco e de sinais macroeconômicos, especialmente juros e inflação.

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