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FIIs

CPTS11 amplia base de investidores e liquidez em fevereiro

CPTS11 amplia base de investidores e liquidez em fevereiro
Foto: Suno/Banco

O CPTS11 (Capitânia Securities II) encerrou fevereiro com 366.303 cotistas, avanço frente aos 360.817 do mês anterior, segundo o relatório gerencial. O movimento reforça o interesse dos investidores no fundo e indica maior pulverização da base. Em paralelo, a liquidez também mostrou evolução relevante ao longo do período, refletindo maior giro das cotas no mercado secundário.

No mês, o volume médio diário (ADTV) atingiu R$ 9,3 milhões, superando a média de R$ 7,4 milhões dos últimos 12 meses. Esse salto sugere maior participação de investidores e melhora nas condições de negociação. Ao todo, o volume negociado somou R$ 167,5 milhões em fevereiro, com presença em 100% dos pregões, evidenciando consistência na atividade do papel.

A alocação do CPTS11 segue o perfil de fundo de papel híbrido, com gestão ativa e foco em diversificação. A carteira é composta majoritariamente por cotas de outros fundos imobiliários, que representam 68,8% dos ativos, além de posições em crédito estruturado e caixa tático para a estratégia.

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) correspondem a 24,6% da carteira, compondo a parcela de crédito. No segmento de crédito, 96% dos devedores de CRIs são listados, o que tende a ampliar transparência e governança das operações. Essa combinação sustenta o perfil de risco e retorno do portfólio.

CPTS11 mantém adimplência total

O fundo imobiliário manteve 100% de adimplência em fevereiro, sem registros de atrasos. O resultado mensal foi de R$ 0,091 por cota, levemente abaixo dos R$ 0,092 do mês anterior, enquanto o dividendo distribuído permaneceu em R$ 0,090 por cota. A taxa líquida estimada da carteira avançou de 10,19% para 11,01% no mês.

O patrimônio líquido atingiu R$ 3,24 bilhões, com valor de mercado de R$ 2,85 bilhões. O valor patrimonial por cota foi de R$ 9,18, enquanto a cota fechou a R$ 8,09, indicando desconto frente ao patrimonial. A TIR da carteira de CRIs desde o início é de 12,3% ao ano.

Persiste um cenário de maior atividade e liquidez, com base de investidores em crescimento e desconto sobre o valor patrimonial. Para o investidor, o CPTS11 combina diversificação via FIIs e crédito, adimplência integral e taxas em elevação, fatores que podem sustentar a atratividade do fundo no curto prazo.

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