O IFIX encerrou o pregão desta segunda-feira (13) aos 3.903,40 pontos, recuando 7,43 pontos frente ao dia anterior, uma queda de 0,19%. Ao longo da sessão, o indicador se manteve estável, com variações moderadas e liquidez concentrada nos principais fundos listados.
Na mínima do dia, o índice de fundos imobiliários tocou 3.899,71 pontos e, na máxima, alcançou 3.911,10 pontos. O movimento contido reforça o cenário de lateralidade recente, com investidores atentos a juros e à temporada de resultados dos FIIs.
Em 52 semanas, o IFIX oscilou entre 3.257,67 e 3.912,96 pontos, sinalizando que os níveis atuais permanecem próximos das máximas recentes. Esse patamar reflete a resiliência do mercado, apesar das oscilações pontuais em segmentos de recebíveis e logística.
Entre os ativos mais negociados, GARE11 (Guardian Logística) liderou o volume com 1,43 milhão de cotas e alta de 0,24%. O MXRF11 (Maxi Renda) veio na sequência, com cerca de 1,40 milhão de cotas e avanço de 0,10%. Já o CPTS11 (Capitânia Securities II) movimentou 1,09 milhão de cotas, encerrando em leve baixa de 0,12%.
O destaque positivo do dia foi o BLMG11 (Bluemacaw Logística), que avançou 1,63% e fechou a R$ 32,04. Entre as maiores altas, o HSFA11 (HSI Ativos Financeiros) subiu 1,34%, terminando a R$ 81,28, impulsionado por percepção favorável de risco de crédito.
No campo negativo, o XPCI11 (XP Crédito Imobiliário) liderou as quedas com recuo de 2,61%, fechando a R$ 84,55. O ARRI11 (Átrio REIT Recebíveis Imobiliários) também figurou entre as baixas, caindo 2,27% para R$ 6,02 em um pregão de ajustes.
Em síntese, o IFIX manteve-se próximo dos picos anuais, apesar do leve recuo. A performance setorial mista e o foco em fundos de alta liquidez sugerem um mercado seletivo, à espera de novos gatilhos macro e corporativos.