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PVBI11 mantém R$ 0,40 por cota e avança na ocupação

PVBI11 mantém R$ 0,40 por cota e avança na ocupação
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário PVBI11 reportou resultado líquido de R$ 10,115 milhões em março, sem efeitos extraordinários. A receita total somou R$ 13,339 milhões, frente a despesas de R$ 3,223 milhões, sustentando uma distribuição de R$ 0,40 por cota paga em 8 de abril de 2025. A gestão reafirma a expectativa de manter esse patamar ao longo do semestre, em linha com o comunicado anterior aos cotistas.

Com alta concentração em ativos físicos, a exposição imobiliária do portfólio atinge 97% do patrimônio líquido ao considerar a participação indireta de 49,5% no FL 4440. As demais posições em fundos imobiliários têm caráter tático e representam cerca de 1% do PL, reforçando a disciplina alocativa do veículo.

A carteira reúne sete ativos na região metropolitana de São Paulo, somando mais de 83 mil m² de ABL. A estratégia comercial prioriza a ocupação de áreas vagas, com foco no FL 4440, ativo com maior vacância do portfólio. Para acelerar a absorção, o fundo imobiliário PVBI11 promoveu melhorias estruturais nos andares desocupados e ajustes nas saídas dos elevadores, elevando a qualidade das visitas e a percepção de valor.

Como resultado, houve aumento expressivo no fluxo de visitas ao Edifício Vera Cruz, ao FL 4440 e aos espaços a serem devolvidos no Edifício Cidade Jardim. Paralelamente, a gestão do FII PVBI11 montou um pipeline comercial robusto, com negociações em diferentes estágios e potencial de absorção relevante das áreas disponíveis, apoiado por revisão criteriosa de preços.

A precificação foi ajustada por microrregião, alinhando valores de locação às características de cada submercado e ampliando o interesse de parceiros em negociação. Esse movimento combinou atratividade comercial com disciplina de risco, sustentando o objetivo de redução gradual da vacância.

Nos imóveis já ocupados, houve avanços concretos. A ServiceNow assumiu metade da área deixada pela Julius Baer no Edifício Vera Cruz, mitigando a perda de renda. No ativo VOC, foram concluídas locações para Aguassanta (376 m², início em março de 2025) e CSL (754 m², início em abril).

Somadas à locação para a Mombak, as operações totalizam 1.508 m² negociados no VOC, reduzindo a vacância do ativo para 11,3% e contribuindo para a estabilidade de caixa. A manutenção da distribuição de R$ 0,40 por cota reforça a visibilidade de curto prazo do PVBI11.

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